Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks, aborda as diferenças entre um empreendedor e um profissional comum, além de aconselhar técnicos da área da tecnologia da informação (TI) recém-formados.
O prodígio chinês Lim Ding Wen, de apenas 9 anos, ficou conhecido mundialmente após escrever o aplicativo "Doodle Kids" para o iPhone. O software, baixado por mais de 27 mil usuários, permite desenhar com o dedo na tela do smartphone da Apple. Para deletar o desenho, basta sacudir o aparelho.
Segundo Hunter Hagewood, diretor de negócios da Nevoa Networks, empresa pioneira no Brasil em software para armazenamento de dados à base de virtualização, um entusiasta da área de informática como o Lim Ding Wen, porém, representa a exceção e não a regra. "Trabalhadores autodidatas que buscam e conseguem, com sucesso, adquirir e aplicar conhecimentos técnicos são representantes do pequeno grupo de trabalhadores conhecidos como empreendedores. São aqueles que não se contentam nem com o que eles realizam no expediente do trabalho e nem com o que é passado em sala de aula", afirma.
Para Hunter, os profissionais já entenderam que ideias são poderosas e, com as ferramentas certas, provavelmente muito lucrativas. "Esse tipo de trabalhador é dotado de algo especial, que não vem da capacitação. Ele é dotado de paixão e do prazer da conquista, as diferenças fundamentais entre um profissional e o empreendedor. Os que alcançam notoriedade e fama são aqueles que enxergam o fato de que existem inúmeras oportunidades para inovar", diz.
"O bom profissional quer trocar de carro todo ano. O bom empreendedor tem certeza que vai revolucionar o cotidiano de milhões de pessoas, assim como fez o pequeno Lim Ding Wen. O bom profissional atua para subir a escada corporativa. O bom empreendedor defende agressivamente sua liderança excêntrica para manter domínio do mercado, como faz ostensivamente Steve Jobs, da Apple, fabricante do iPhone", garante Hagewood.
O especialista acredita que além da competência técnica, o empreendedor astuto reconhece que ele precisa adquirir outros ativos para dar longevidade às suas ideias. "Ele precisa saber avaliar outras pessoas, discernir entre 'papo furado' e resultados concretos, capitalizar em cima das suas paixões, identificar fontes de poder e influência, ter credibilidade, saber quando se destacar e quando ser discreto, blefar, apreciar a arte da persuasão, entender intimamente a relação custo-benefício, como encarar fracassos e as sutilezas da diplomacia - especialidades de Bill Gates, outro entusiasta, que ganhou o mundo com a Microsoft", acrescenta.
Hunter Hagewood, arquivologista americano, responsável pela criação da Nevoa Networks, em 2005, junto com o analista de sistema, Fábio Gomes Ferreira, dá uma dica para o profissional comum, aquele que faz parte da regra e não da exceção, e quer se diferenciar. "Diferente da empresa e o mercado, o ambiente onde se pode aprender estas habilidades vantajosas, sem quase qualquer consequência negativa, é a universidade", elucida.
"O que se deseja de profissionais técnicos recém-formados é desembaraço. No mínimo eles precisam saber encontrar soluções e como implantá-las. Alunos em fase de conclusão de seus cursos precisam ser desafiados com problemas reais e complexos dentro da sala de aula, onde há um acompanhamento voltado para aprendizagem e não para a cobrança", aconselha o executivo.
Segundo o arquivologista, o profissional precisa dimensionar quais são os problemas que empresas e pessoas estão dispostas a pagar bem para serem resolvidos. "Linguagens, ambientes de desenvolvimento, plataformas e tecnologias são ferramentas para solucionar problemas, aprender como desenvolver uma aplicação web com uma IDE integrada ao Apache Tomcat é fácil. Aprender como fazer a mesma aplicação garantir a integridade de dados espalhados por 23 servidores usando conceitos de grid computing dentro de 120 segundos não o é",explica.
Já para as universidades, Hunter, diz que é necessário casar os dois aprendizados durante o tempo de curso do aluno, pois o mercado não oferece essa oportunidade. "Quando um empreendedor fala: vou abrir o meu próprio negócio não imagina como quais são os desafios para manter a sustentabilidade de seu negócio. Mais de 60% das empresas abertas morrem nos primeiros 5 anos de existência", detalha.
De acordo com ele, antes de assumir riscos, é bom refletir seriamente sobre em que caso você se encontra. "Descubra se você é regra ou exceção. Se você não passa seu tempo livre tentando aprimorar ou bolar algo que você acredita que pode mudar a vida de pelo menos uma pessoa, então fique onde está. Se fizer parte do time excepcional de Lim Ding Wen, Steve Jobs e Bill Gates, parabéns e sucesso! E lembre-se de adquirir habilidades que apenas os mais destemidos dominam", completa.
________________________________________
NEVOA NETWORKS (www.nevoanetworks.com)
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
VOCÊ É UM EMPREENDEDOR OU UM PROFISSIONAL COMUM?
Marcadores:
Ciência/Tecn.,
educação,
empreendedorismo,
Informática,
Rec. Humanos
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
PRÁTICAS CONTÁBEIS E GERENCIAIS EM EMPRESAS GLOBAIS
Ministrando a disciplina de Contabilidade Internacional, preparei o conteúdo abaixo, o que foi fruto do nosso envolvimento com o dia-a-dia das empresas globais, abaixo destaco algumas práticas usuais nas empresas globais. Isso não significa que não iremos encontrar algumas dessas práticas em empresas locais, pois varias delas também são úteis nas empresas que ainda não podem ser consideradas globais.
PREÇOS DE TRANSFERÊNCIA ENTRE EMPRESAS DO GRUPO
(Objetivo - regulamentar operações de compra e venda entre empresas do mesmo grupo)
Os preços de transferência entre empresas do mesmo grupo são operações usuais nas empresas multinacionais. As compras e vendas entre empresas do grupo não são vendas normais, pois são vendas internas. Se dois países participam da fabricação e venda de produtos o lucro efetivo pode aparecer apenas no país vendedor, todavia o país que fabrica parcial ou totalmente determinado produto deveria receber uma parte do lucro gerado. O Preço de Transferência é uma forma de transferir parte do lucro da empresa vendedora para a empresa fabricante.
Na consolidação de demonstrativos financeiros de empresas do mesmo grupo as vendas intercompany se anulam com as compras intercompany.
Os Preços de Transferência podem ser determinados de varias maneiras, todavia dentre às várias maneiras de serem calculados duas se destacam conforme segue:
Custo + Mark Up
Entenda-se por Mark Up uma porcentagem a ser acrescentada sobre os custos. No cálculo dos preços de venda normais (domésticos) a aplicação de Mark Up’s normalmente representa a simplificação de um cálculo mais complexo ou o resultado de uma fórmula matemática. Assim um preço de venda pode ser expresso da seguinte forma:
Profit Sharing ( Lucro compartilhado )
Esse sistema procura identificar o lucro total a ser gerado na venda de um produto que passe pela fabricação ou comercialização em dois ou mais países, após o lucro ser identificado se atribui uma parte ao país exportador. Assim o preço de venda do país exportador (Preço de Transferência) será o custo de produção desse país mais uma parte do lucro atribuível conforme apuração ou estimativa prévia. Vide exemplo a seguir:
País Exportador
Custos de Fabricação – 100
Outros custos do país exportador – 20
Custo Total do exportador – 120
País Importador
Custo de origem – ...................................120
Fretes e outros custos – ............................30
Embalagens e outros custos locais – .......10
Custo Total do País importador... 150
Preço de Venda...200
Despesas Administrativas e comerciais
12% sobre a venda ................................... 24
Lucro gerado ............................................. 26
( 200 menos custo 150, menos despesas 24 = 26 )
Suponhamos que os lucros gerados sejam compartilhados entre importador e exportador em partes iguais ( 50% para cada ), assim teríamos:
Custo do país exportador - 120
Parte do lucro ....................... 13
Preço de Transferência ........133
PROTEÇÃO CONTRA RISCOS (POLÍTICOS / CAMBIAIS)
Dívidas em moedas estrangeiras representam sérios riscos para as empresas que trabalham com reais na maioria de suas contas, principalmente para as contas de receita. Em tais empresas as oscilações das taxas do dólar podem gerar perdas expressivas.
Mecanismos para proteger as empresas contas perdas cambias são:
- Hedge
- Busca da redução de dívidas em moeda estrangeira
- Investimentos em moeda estrangeira
- Postergação dos recebimentos em moeda estrangeira em momentos de desvalorização crescente;
- Adiantamento dos pagamentos em moeda estrangeira em momentos de desvalorização crescente;
- Substituir fornecedores locais por fornecedores estrangeiros;
- Abertura de Filiais em outros países para empresas nacionais ou busca por parceiros internacionais;
- Aumentar exportações
- Etc...
Contra riscos políticos, econômicos, guerras e outros as corporações internacionais procuram analisar e entender profundamente os contextos em que as empresas estejam operando. Assim o fluxo de investimento dessas empresas consideram o risco que de cada país que é um indicador internacional.
Ações como hedge, joint ventures, políticas conservadoras de investimentos , lobbies e redução de atividades podem ser práticas necessárias para se protegerem as empresas.
PROCEDIMENTOS “INTER COMPANY”
As empresas de um mesmo grupo precisam manter uma série de controles a fim de poderem apresentar suas demonstrações de forma correta. Algumas dessas práticas são:
1- Contabilizações em Trânsito das Vendas e Estoques “Inter Company”. Quando uma empresa afiliada vende produtos ou serviços para outra empresa do mesmo ou de outro país, se faz necessário efetuar contabilizações de produtos em transito.
2- Circularizações das operações Inter Company. São procedimentos que visam conciliar registros contábeis das transações efetuadas entre afilidas.
PADRONIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO
Corporações internacionais se valem de intensa padronização. Os sistemas de gerenciamento tendem a ser amplamente normatizados pelas empresas internacionais, o que pode envolver Relatórios Padrões, Indicadores de Performance, Sistemas Integrados, etc....
POLÍTICA DE AQUISIÇÕES, FUSÕES, JOINT VENTURE
Empresas Internacionais freqüentemente adotam agressiva política de crescimento. Muitas vezes os crescimentos são obtidos não somente com aumento de vendas, participação de mercado, lançamento de novos produtos, etc..., Assim muitas empresas adotam agressiva política que envolve aquisições de novas empresas. A utilização de Joint Ventures, parcerias e outros recursos também comuns nesse tipo de organização.
GERENCIAMENTO REGIONAL
Gerenciamento Regional é uma prática muito utilizada em corporações internacionais. Assim as multinacionais costumar ter executivos responsáveis por determinadas atividades para uma região. Exemplo: Região Latino-Americana, Região Européia, etc... O gerenciamento região facilita a gestão de negócios, muitas vezes reduz cargos nos países, mas gera despesas de viagens devido às freqüentes reuniões regionais.
PADRONIZAÇÕES
As grandes corporações são altamente padronizadas. Abaixo seguem alguns exemplos de padronização freqüentemente encontrados nas multinacionais:
- Sistema de Gestão;
- Indicadores de Desempenho;
- Plano de Contas;
- Softwares diversos;
- Codificação de produtos, estoques, clientes, fornecedores e outros;
- Manuais de Procedimentos;
- Política de Ética;
- Etc...
A padronização facilita e auxilia no processo de controle da matriz sobre as filiais, facilitando a gestão e propiciando avaliação comparativa entre as diversas unidades distribuídas pelo mundo.
GERENCIAMENTO GLOBAL DE MARCAS
Grandes corporações possuem estratégia direcionada às suas principais marcas, assim estratégias locais devem estar alinhadas com a estratégia mundial para as marcas. As marcas estão entre os principais ativos das empresas assim políticas globais voltadas para as mesmas são usuais nas grandes corporações.
ORÇAMENTO GLOBAL E REGIONAL
Os orçamentos operacionais ( curto prazo ) devem estar alinhados com o Plano Estratégico ( Longo Prazo ) e ambos alinhados com as estratégias globais.
Nas grandes corporações os orçamentos são padronizados, consolidado regional e mundialmente. Cada etapa do orçamento (local, regional e mundial) deve passar pelos níveis de aprovação necessários, além de requerer uma ampla participação dos diversos níveis da empresa.
CONTRATOS GLOBAIS DE FORNECIMENTO
As empresas com filiais em diversos países podem negocias contratos mundiais de fornecimento, usando tal recursos para baixar custos e aumentar qualidade.
PARCERIAS COM FORNECEDORES DE SERVIÇOS
Em linha com o item anterior as parcerias com fornecedores de serviços também se constituem em importante elemento de melhoria para a empresa multinacional. Contratos globais podem ser negociados com consultorias, corretoras de seguros, empresas de auditoria, etc...
BENCHMARKING
A comparação entre diversas unidades de um mesmo grupo de empresas pode ser constituir em forte elemento de auxílio na identificação de unidades passivas de pontos de melhorias. Em um processo de benchmarking as unidades de uma empresa multinacional podem aprender mutuamente. Reuniões periódicas e relatórios com dados comparativos entre países podem ser formas de benchmarking entre empresas de um grupo.
UNIDADES DE NEGÓCIOS
As unidades de negócios também podem ser encontradas em empresas domésticas, más ela é altamente utilizada na empresa multinacional. Unidade de Negócio significa segmentar a empresa e dirigir cada segmento como se fosse uma empresa individual. Nas mega corporações é praticamente impossível a administração sem a adoção de unidades de negocio.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Marcadores:
empresas globais,
globalização,
práticas contábeis
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Re-engenharia de Processo
A Re-engenharia de processo é uma ferramenta tradicional e consagrada, com ela pode-se reduzir complexidade eliminando etapas dos trabalhos que não agregam valor. No entanto essa abordagem foi muito criticada, não só por ser radical, mas principalmente pelo fato empresas fazerem mudanças mal pensadas e mal projetadas, e comunicarem que haviam efetuado uma re-engenharia, o que não correspondia à realidade.
Destaco o texto abaixo extraído do artigo encontrado no link http://br.monografias.com/trabalhos913/aspectos-praticos-reengenharia/aspectos-praticos-reengenharia.pdf
Muitos processos na década de 90 foram erroneamente chamados de reengenharia e quando comparados à reengenharia verifica-se que foram mal planejados e executados. O que se verifica é que com o fim da “moda” da reengenharia, o termo começou a ser menos empregado e hoje é possível distanciar-se a reengenharia “verdadeira” das iniciativas mal sucedidas do passado.
Os próprios autores da reengenharia encontraram novo vigor, após as críticas e mantendo um fluxo de interessados e apresentando diversos casos onde se vê claramente que a reengenharia apresentou os resultados esperados.
Apesar dos abusos no uso da reengenharia e de práticas inapropriadas, o processo de se repensar a organização e redesenhar processos ganhou mais fôlego ao se associar ao incremento tecnológico e as novas formas de estruturação organizacional.
A globalização acirrou a concorrência de mercados e as organizações todos os
dias estão sendo desafiadas com as pressões para atender as necessidades dos clientes cada vez melhor, mais rápido e barato (BPR, 2005).
O emprego da tecnologia é uma solução, entretanto não pode ser utilizada isoladamente, desassociada de outras ferramentas, e a reengenharia mostra-se ainda uma ferramenta efetiva para as organizações encontrarem meios de se atender as necessidades dos clientes e conseguirem mudar a maneira de se fazer os negócios diante de desafios e oportunidades que as constantes mudanças promovem (RODRIGUES, 2002).
Outro aspecto da reengenharia muito interessante é a melhoria contínua dos processos, embora não seja um conceito novo, a melhoria contínua ajuda a refinar os processos atuais, principalmente os recém desenvolvidos no processo de repensar a organização. A reengenharia não é a única saída, pode e deve ser associada aos demais esforços e ferramentas que ajudem na execução do novo processo.
A Bain Company nos brinda com um excelente resumo sobre re-engenharia de processos. O tópico abaixo é uma parte constante no Link a seguir que aborda ferramentas de gestão.
Fonte:http://www.bain.com.br/bainweb/images/cms/localOffice/São_Paulo/Livreto_Ferramentas_de_Gestão.pdf
Re-engenharia de Processo
Tópicos
relacionados
• Redução do tempo de ciclo
• Organizações horizontais
• Análise do quadro de pessoal
• Redesenho de processos
Descrição
Re-engenharia de Processo envolve o redesenho completo do core business da empresa para alcançar melhorias significativas em produtividade, duração dos ciclos e qualidade. Na visão da
Re-engenharia de Processo, as empresas começam do zero e redesenham os processos existentes visando entregar mais valor ao cliente. Tipicamente, elas adotam uma nova cadeia de valor com muita ênfase nas necessidades dos clientes, reduzem camadas hierárquicas e eliminam atividades improdutivas de duas maneiras:
primeiro, transformam organizações funcionais em times multifuncionais;
segundo, empregam tecnologia para melhorar a distribuição das informações e auxiliar nas tomadas de decisões.
Metodologia
A Re-engenharia de Processo é uma iniciativa que promove mudanças drásticas. Ela segue cinco passos:
• Refocar os valores da empresa nas necessidades do cliente;
• Redesenhar processos do negócio principal da empresa, geralmente utilizando tecnologia da informação para possibilitar melhorias;
• Reorganizar a empresa em times multifuncionais, com responsabilidade integral em um determinado processo;
• Repensar questões básicas da organização e de pessoal;
• Melhorar processos de negócio em toda a organização;
Usos mais comuns
Empresas costumam usar esta ferramenta para melhorar o desempenho de forma sustentável em processos-chave que impactam os clientes.
A Re-engenharia de Processo é usada para:
• Reduzir custos e duração de ciclos, eliminando atividades improdutivas e o trabalho envolvido nestas atividades. A reorganização em times diminui a necessidade de alguns níveis hierárquicos de gestores, acelerando o fluxo da informação e eliminando erros e retrabalhos, gerados nas múltiplas interações entre áreas;
• Melhorar a qualidade do trabalho ao reduzir a fragmentação do mesmo e estabelecer claros líderes dos processos. Funcionários se tornam responsáveis pelo seu produto final e podem medir seu desempenho baseado em feedbacks imediatos.
BIBLIOGRAFIA
• Al-Mashari, Majed, Zahir Irani, and Mohamed Zairi.
‘Business process reengineering: a survey of international
experience.’ Business Process Management Journal,
December 2001, pp. 437-455.
• Carr, David K., and Henry J. Johansson. Best Practices
in Reengineering: What Works and What Doesn’t in the
Reengineering Process. McGraw-Hill, 1995.
• Champy, James. Re-engenharia da Gerencia - O Mandato da
Nova Liderança. Editora Campus, 1995.
• Davenport, Thomas H. Re-engenharia de Processos: Como
inovar na empresa através da tecnologia da informação.
Editora Campus, 1994.
• Frame, J. Davidson. The New Project Management: Tools
for an Age of Rapid Change, Complexity, and Other
Business Realities. Jossey-Bass, 2002.
• Grover, Varun, and Manuj K. Malhotra. ‘Business Process
Reengineering: A Tutorial on the Concept, Evolution,
Method, Technology and Application.’ Journal of Operations
Management, August 1997, pp. 193-213.
• Hall, Gene, Jim Rosenthal, and Judy Wade. ‘How to Make
Reengineering Really Work.’ Harvard Business Review,
November/December 1993, pp. 119-131.
• Hammer, Michael. Além da Re-engenharia - como
organizações orientadas para processos estão mudando
nosso trabalho e nossas vidas. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
• Hammer, Michael, and James Champy. Reengineering the
Corporation: A Manifesto for Business Revolution, revised
and updated. Collins, 2003.
• Hammer, Michael, e James Champy. Re-engenharia:
revolucionando a empresa em função dos clientes, da
concorrência e das grandes mudanças da gerência. Editora
Campus, 1994
• Keen, Peter G.W. The Process Edge: Creating Value Where
It Counts. Harvard Business School Press, 1997.
• Sandberg, Kirsten D. ‘Reengineering Tries a Comeback—
This Time for Growth, Not Just Cost Savings.’ Harvard
Management Update, November 2001, pp. 3-6
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Saiba como ajudar ao Haiti
Doe por telefone: 0017733600205 (custo de ligação internacional)
Quer ajudar agora? Clica.
http://vamoshaiti.org
http://www.msf.org.br/haiti
http://www.umtetoparameupais.org.br
Faça sua doação
Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC Agência: 1276
Conta Corrente: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
ONG Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
Conta Corrente: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28
Care Internacional Brasil
Banco: ABN Amro Real
Agência: 0373
Conta corrente: 5756365-0
CNPJ: 04180646/0001-59
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O Programa dos 5 "S"
O programa dos 5 ""S" é um conhecimento básico para todos nós organizarmos o dia-a-dia em nossas empresas, em nossas casas em nossas vidas.
Abaixo destaco apresentação obtida em Slideshare.
Esse é um método simples e auto-explicativo, mas apesar de tudo não praticado na proporção devida. Os orientais que são sabidamente muito mais disciplinados que nós brasileiros, colhem importantes frutos dessa metodologia consagrada.
Um bom 5 "S" para todos.
Check out this SlideShare Presentation:
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Abaixo destaco apresentação obtida em Slideshare.
Esse é um método simples e auto-explicativo, mas apesar de tudo não praticado na proporção devida. Os orientais que são sabidamente muito mais disciplinados que nós brasileiros, colhem importantes frutos dessa metodologia consagrada.
Um bom 5 "S" para todos.
Check out this SlideShare Presentation:
Programa 5S
View more documents from Rogério Souza.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
domingo, 24 de janeiro de 2010
Gestão de Classe Mundial / Worl Class Management
World Class Companies é um termo em inglês para designar as empresas que adotam as técnicas de gestão mais atualizadas. Empresas de classe mundial são aquelas que comandam e dão as cartas no mercado mundial. Muitas organizações tentam entrar para o seleto grupo das empresas de classe mundial, mas isso requer excelência na gestão de pessoas, processos e estratégias.
Abaixo apresento um quadro auto explicativo que preparei para ilustrar o Word Class Management ou gerenciamento de classe mundial, que é um requisito para que as empresas atinjam esse almejado padrão de excelência.
Check out this SlideShare Presentation:
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Abaixo apresento um quadro auto explicativo que preparei para ilustrar o Word Class Management ou gerenciamento de classe mundial, que é um requisito para que as empresas atinjam esse almejado padrão de excelência.
Check out this SlideShare Presentation:
T001
View more presentations from AriLopes.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
QUER AUMENTAR OS LUCROS EM 2010? SEU CONTADOR PODE AJUDAR - POR DORA RAMOS
O ano de 2010 iniciou com grandes expectativas e otimismo no setor econômico, principalmente para as micro e pequenas empresas brasileiras. Uma recente pesquisa do Serasa apontou que 87% dos executivos do setor comercial projetam elevar a receita neste período. A pesquisa ainda comprova que 85% dos empreendimentos mais otimistas, quanto ao faturamento do ano que se inicia, são os pequenos negócios. Os administradores acreditam na recuperação da economia e no aumento das vendas e da lucratividade para este ano. As grandes companhias brasileiras voltarão a contratar profissionais em grande escala e em conseqüência, a renda dos consumidores voltará a crescer, afetando diretamente a margem de lucro no cenário macroeconômico do Brasil.
Entre tantas estimativas, não deixe de aproveitar este panorama positivo. Para isso, é imprescindível que as corporações tenham como seu principal aliado um contador eficaz e de confiança. É ele que indicará a direção para o aumento de lucro, afinal, o profissional contábil é o responsável pela movimentação financeira da empresa, ou seja, prevê as necessidades de captação de recursos e os períodos em que haverá sobras para aplicar esses excedentes de caixa nas opções mais lucrativas. É ele também que orienta o executivo nas tomadas de decisões mais importantes para a empresa, além de ser o seu principal auxiliar nos procedimentos fiscais e tributários.
Sendo assim, é essencial que o seu setor de contabilidade esteja atento às novas tendências do mercado e, acima de tudo, esteja por dentro das boas oportunidades que possam surgir. Ainda está em tempo de conferir se o seu contador atende às expectativas do seu negócio e de seus respectivos executivos. Tenha como base quatro pontos que podem definir sua satisfação com o profissional contábil:
Cronograma de trabalho - Por conta da natureza de seus trabalhos, é importante que seu contador tenha total controle sobre as datas corretas para efetuar cada tipo de procedimento. Um simples erro na hora de protocolar determinado documento pode não só lhe trazer prejuízos, mas, também, gerar danos como a suspensão da emissão de certidões de bens e outros problemas legais;
Capacidade de adequação às mudanças - No Brasil, as mudanças nas regras e procedimentos fiscais e contábeis são constantes. Muitas vezes existe pouco tempo para a compreensão e aplicação dessas leis. Por isso, é imprescindível que seu contador esteja atento às mudanças e tenha uma boa capacidade de adequação a novos cenários;
Transparência/Sinceridade - Cuidar de dinheiro já não é uma tarefa simples, agora confiar em alguém para cuidar dele para você é ainda mais difícil. Às vezes não lhe vem à mente perguntas como: Como será que estão as contas da empresa e como elas estão representadas na contabilidade? Quando falo com meu contador eu consigo entender com clareza o que ele diz? Meu contador está disposto a me ouvir e estar ao meu lado para me ajudar a cuidar do meu dinheiro? Se perguntas assim forem recorrentes é sinal que você e seu contador precisam parar para conversar. Alinhar os pontos, traçar metas e elaborar planos com transparência e sinceridade, são atitudes essenciais para as duas partes. Fique calmo se seu contador estiver atento ao seu negócio e disser coisas que às vezes você não quer ouvir. No final a decisão é sempre sua.
Quantidade de informações levantadas - Muitos processos de tomada de decisão no dia a dia de um gestor dependem da quantidade dos recursos financeiros da organização naquele momento. Por isso, é necessário que se tenha em mãos análises constantemente preparadas sobre a saúde financeira da empresa. Isso auxiliará os gestores na hora de implantar um projeto ou escolher quais as contas devem ser priorizadas em um momento de crise.
Com a possibilidade do aumento de lucro neste ano, o contador passa a ser peça chave para o sucesso da receita do seu empreendimento. Esta é a hora em que o contador deverá trazer as melhores alternativas para que você aproveite, da melhor forma, esse momento de otimismo e boas projeções.
Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
O ano de 2010 iniciou com grandes expectativas e otimismo no setor econômico, principalmente para as micro e pequenas empresas brasileiras. Uma recente pesquisa do Serasa apontou que 87% dos executivos do setor comercial projetam elevar a receita neste período. A pesquisa ainda comprova que 85% dos empreendimentos mais otimistas, quanto ao faturamento do ano que se inicia, são os pequenos negócios. Os administradores acreditam na recuperação da economia e no aumento das vendas e da lucratividade para este ano. As grandes companhias brasileiras voltarão a contratar profissionais em grande escala e em conseqüência, a renda dos consumidores voltará a crescer, afetando diretamente a margem de lucro no cenário macroeconômico do Brasil.
Entre tantas estimativas, não deixe de aproveitar este panorama positivo. Para isso, é imprescindível que as corporações tenham como seu principal aliado um contador eficaz e de confiança. É ele que indicará a direção para o aumento de lucro, afinal, o profissional contábil é o responsável pela movimentação financeira da empresa, ou seja, prevê as necessidades de captação de recursos e os períodos em que haverá sobras para aplicar esses excedentes de caixa nas opções mais lucrativas. É ele também que orienta o executivo nas tomadas de decisões mais importantes para a empresa, além de ser o seu principal auxiliar nos procedimentos fiscais e tributários.
Sendo assim, é essencial que o seu setor de contabilidade esteja atento às novas tendências do mercado e, acima de tudo, esteja por dentro das boas oportunidades que possam surgir. Ainda está em tempo de conferir se o seu contador atende às expectativas do seu negócio e de seus respectivos executivos. Tenha como base quatro pontos que podem definir sua satisfação com o profissional contábil:
Cronograma de trabalho - Por conta da natureza de seus trabalhos, é importante que seu contador tenha total controle sobre as datas corretas para efetuar cada tipo de procedimento. Um simples erro na hora de protocolar determinado documento pode não só lhe trazer prejuízos, mas, também, gerar danos como a suspensão da emissão de certidões de bens e outros problemas legais;
Capacidade de adequação às mudanças - No Brasil, as mudanças nas regras e procedimentos fiscais e contábeis são constantes. Muitas vezes existe pouco tempo para a compreensão e aplicação dessas leis. Por isso, é imprescindível que seu contador esteja atento às mudanças e tenha uma boa capacidade de adequação a novos cenários;
Transparência/Sinceridade - Cuidar de dinheiro já não é uma tarefa simples, agora confiar em alguém para cuidar dele para você é ainda mais difícil. Às vezes não lhe vem à mente perguntas como: Como será que estão as contas da empresa e como elas estão representadas na contabilidade? Quando falo com meu contador eu consigo entender com clareza o que ele diz? Meu contador está disposto a me ouvir e estar ao meu lado para me ajudar a cuidar do meu dinheiro? Se perguntas assim forem recorrentes é sinal que você e seu contador precisam parar para conversar. Alinhar os pontos, traçar metas e elaborar planos com transparência e sinceridade, são atitudes essenciais para as duas partes. Fique calmo se seu contador estiver atento ao seu negócio e disser coisas que às vezes você não quer ouvir. No final a decisão é sempre sua.
Quantidade de informações levantadas - Muitos processos de tomada de decisão no dia a dia de um gestor dependem da quantidade dos recursos financeiros da organização naquele momento. Por isso, é necessário que se tenha em mãos análises constantemente preparadas sobre a saúde financeira da empresa. Isso auxiliará os gestores na hora de implantar um projeto ou escolher quais as contas devem ser priorizadas em um momento de crise.
Com a possibilidade do aumento de lucro neste ano, o contador passa a ser peça chave para o sucesso da receita do seu empreendimento. Esta é a hora em que o contador deverá trazer as melhores alternativas para que você aproveite, da melhor forma, esse momento de otimismo e boas projeções.
Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
VOCÊ CONHECE AS DICAS PARA USO DE CAIXAS ELETRÔNICOS DOS BANCOS?
10 dicas de segurança da FEBRABAN para uso de caixas eletrônicos
Os caixas dos bancos os tradicionais, os de auto-atendimento dentro das agências e os quiosques externos (ATMs) - são uma facilidade cada vez mais à mão dos consumidores que precisam fazer operações como saques, pagamento de contas e transferências de dinheiro. O uso deles é tão intenso que só os canais de auto-atendimento responderam por 32,7% das transações bancárias em 2008.
Mas, ao utilizar qualquer um desses tipos de caixas, o consumidor deve ficar atento, pois pode estar sendo observado por algum infrator. Os bancos investem de forma sistemática na segurança das agências e das transações eletrônicas para benefício dos funcionários, dos consumidores e dos serviços bancários. Porém, muitos infratores ficam à espera de um consumidor que possa ser abordado. Em geral, essa pessoa demonstrou algum tipo de dificuldade ou desatenção ao realizar suas transações, abrindo espaço para situações como a oferta de "ajuda" na digitação da senha do cartão e assaltos ao saírem das agências bancárias.
Por isso, a FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos recomenda que os consumidores sigam 10 dicas simples, mas que ajudam o consumidor a cuidar de seu dinheiro. As dicas são:
Cartão e senha andam sempre separados
O consumidor deve sempre memorizar sua senha. Se não conseguir e anotá-la num papel, nunca deve carregar o cartão e o papel juntos.
Nunca peça e nunca aceite, em circunstância alguma, a ajuda de estranhos
Caso o consumidor necessite de ajuda, deve procurar um funcionário do banco, devidamente identificado com uniforme e/ou crachá. Isso se aplica especialmente aos caixas de auto-atendimento.
Um dos golpes aplicados pelos infratores é se oferecerem para ajudar os consumidores, em especial aqueles que demonstram dificuldade em operar o caixa eletrônico.
Há também caso de infratores que pedem ajuda ao consumidor e, enquanto esse o ajuda, o golpe é dado por meio da troca de cartões, por exemplo.
Por isso, não perca o seu cartão de vista dando-o a desconhecidos, por mais insuspeitos que eles possam parecer.
Evite sacar valores elevados em agências, inclusive nos caixas eletrônicos.
Isso ajuda a prevenir a chamada "saidinha de banco", que consiste no consumidor ser roubado após sair de uma agência bancária.
Caso o consumidor necessite efetuar um pagamento elevado, deve fazer essa transação por meio eletrônico ou telefônico, utilizando-se de um DOC ou TED.
O ideal é o consumidor fazer saques em pequenas quantidades e, de preferência, em lugares movimentados e em que ficará por mais algum tempo, como shopping centers, supermercados e lojas de conveniência. Isso evita que seja seguido e abordado por ladrões.
Seja discreto e não conte dinheiro em público
Ninguém precisa saber quanto dinheiro o consumidor sacou. Por isso, discrição ao fazer o saque e ao guardar o dinheiro são fundamentais para não despertar a atenção dos infratores. Assim como o consumidor não abre a carteira em público para contar quanto dinheiro há nela, não deve mostrar e contar o dinheiro que sacou.
Se realmente for necessário contar o dinheiro, faço-o em local reservado da agência.
Procure ir ao banco sempre acompanhado. Isso vale especialmente para idosos.
Ao ir acompanhado à agência, o consumidor evita ser abordado por terceiros, principalmente quando efetua saques.
Fique atento à distância entre você e outros consumidores.
A distância estabelecida por sinalização entre um consumidor no caixa tradicional ou de auto-atendimento e o próximo na fila é de em média 1 a 1,2 metro. É considerada suficiente para segurança à transação eletrônica. Mas caso o consumidor seguinte se aproxime demais, aquele que está no caixa deve se prevenir ao digitar sua senha e, se possível, cobrir o teclado com sua mão.
Uma das táticas de fraudadores é observar de longe o consumidor no momento em que a senha é digitada. Depois, de alguma forma, tenta ter acesso ao cartão por meio de roubo, de oferta de "ajuda" a pessoas com dificuldade em utilizar o caixa eletrônico etc.
Procure fazer saques em caixas eletrônicos nos horários de maior movimento.
O consumidor deve priorizar o uso das salas de auto-atendimento bancário nas agências e dos caixas eletrônicos externos em horários de maior movimento. No caso do auto-atendimento, por exemplo, são os horários de expediente bancário.
Evite sacar em caixas eletrônicos muito isolados, mesmo que em locais movimentados.
Caixas eletrônicos podem estar em áreas de grande movimento, como postos de gasolina e restaurantes em estradas. No entanto, a localização específica dos caixas eletrônicos pode ser muito isolada evitando que infrações como furtos sejam percebidas por quem transita pelo local.
Se o caixa eletrônico reter seu cartão, avise o banco imediatamente
Os caixas eletrônicos em geral não "engolem" o cartão do consumidor, mesmo que haja erro repetido de digitação de senha. Na maioria das vezes, isso acontece por instalação de dispositivo clandestino que retém o cartão.
Caso o cartão seja retido, ligue imediatamente para o serviço de atendimento telefônico e relate a ocorrência. Você será orientado sobre as providências que deverão ser adotadas.
O consumidor não deve aceitar celulares oferecidos por estranhos para ligar para a central de atendimento dos bancos. Fraudadores tendem a oferecer o telefone e não ligam para o banco, mas sim para seu cúmplice, que pedirá os dados do consumidor, agindo como se fosse atendente do banco.
Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize
Muitas violações dos caixas eletrônicos parecem perfeitas, mas não são. Em geral, deixam marcas, como placas desalinhadas e telas mais salientes do que o normal.
Se desconfiar da aparência ou achar estranha a estrutura externa do caixa eletrônico, não deve utilizá-lo e deve procurar um funcionário da agência ou ligar para o banco.
A série de pautas "Você Sabia", da FEBRABAN, traz sugestões sobre como os clientes podem fazer melhor uso dos serviços dos bancos e daqueles prestados pela Federação. O objetivo é esclarecer o público sobre questões que ajudem a melhorar seu relacionamento com as instituições financeiras. As pautas enviadas anteriormente foram sobre os serviços disponíveis aos consumidores no site da FEBRABAN, cheque especial, tarifas, crédito pessoal, encerramento de contas, canais de atendimento dos bancos e preenchimento de cheques.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Os caixas dos bancos os tradicionais, os de auto-atendimento dentro das agências e os quiosques externos (ATMs) - são uma facilidade cada vez mais à mão dos consumidores que precisam fazer operações como saques, pagamento de contas e transferências de dinheiro. O uso deles é tão intenso que só os canais de auto-atendimento responderam por 32,7% das transações bancárias em 2008.
Mas, ao utilizar qualquer um desses tipos de caixas, o consumidor deve ficar atento, pois pode estar sendo observado por algum infrator. Os bancos investem de forma sistemática na segurança das agências e das transações eletrônicas para benefício dos funcionários, dos consumidores e dos serviços bancários. Porém, muitos infratores ficam à espera de um consumidor que possa ser abordado. Em geral, essa pessoa demonstrou algum tipo de dificuldade ou desatenção ao realizar suas transações, abrindo espaço para situações como a oferta de "ajuda" na digitação da senha do cartão e assaltos ao saírem das agências bancárias.
Por isso, a FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos recomenda que os consumidores sigam 10 dicas simples, mas que ajudam o consumidor a cuidar de seu dinheiro. As dicas são:
Cartão e senha andam sempre separados
O consumidor deve sempre memorizar sua senha. Se não conseguir e anotá-la num papel, nunca deve carregar o cartão e o papel juntos.
Nunca peça e nunca aceite, em circunstância alguma, a ajuda de estranhos
Caso o consumidor necessite de ajuda, deve procurar um funcionário do banco, devidamente identificado com uniforme e/ou crachá. Isso se aplica especialmente aos caixas de auto-atendimento.
Um dos golpes aplicados pelos infratores é se oferecerem para ajudar os consumidores, em especial aqueles que demonstram dificuldade em operar o caixa eletrônico.
Há também caso de infratores que pedem ajuda ao consumidor e, enquanto esse o ajuda, o golpe é dado por meio da troca de cartões, por exemplo.
Por isso, não perca o seu cartão de vista dando-o a desconhecidos, por mais insuspeitos que eles possam parecer.
Evite sacar valores elevados em agências, inclusive nos caixas eletrônicos.
Isso ajuda a prevenir a chamada "saidinha de banco", que consiste no consumidor ser roubado após sair de uma agência bancária.
Caso o consumidor necessite efetuar um pagamento elevado, deve fazer essa transação por meio eletrônico ou telefônico, utilizando-se de um DOC ou TED.
O ideal é o consumidor fazer saques em pequenas quantidades e, de preferência, em lugares movimentados e em que ficará por mais algum tempo, como shopping centers, supermercados e lojas de conveniência. Isso evita que seja seguido e abordado por ladrões.
Seja discreto e não conte dinheiro em público
Ninguém precisa saber quanto dinheiro o consumidor sacou. Por isso, discrição ao fazer o saque e ao guardar o dinheiro são fundamentais para não despertar a atenção dos infratores. Assim como o consumidor não abre a carteira em público para contar quanto dinheiro há nela, não deve mostrar e contar o dinheiro que sacou.
Se realmente for necessário contar o dinheiro, faço-o em local reservado da agência.
Procure ir ao banco sempre acompanhado. Isso vale especialmente para idosos.
Ao ir acompanhado à agência, o consumidor evita ser abordado por terceiros, principalmente quando efetua saques.
Fique atento à distância entre você e outros consumidores.
A distância estabelecida por sinalização entre um consumidor no caixa tradicional ou de auto-atendimento e o próximo na fila é de em média 1 a 1,2 metro. É considerada suficiente para segurança à transação eletrônica. Mas caso o consumidor seguinte se aproxime demais, aquele que está no caixa deve se prevenir ao digitar sua senha e, se possível, cobrir o teclado com sua mão.
Uma das táticas de fraudadores é observar de longe o consumidor no momento em que a senha é digitada. Depois, de alguma forma, tenta ter acesso ao cartão por meio de roubo, de oferta de "ajuda" a pessoas com dificuldade em utilizar o caixa eletrônico etc.
Procure fazer saques em caixas eletrônicos nos horários de maior movimento.
O consumidor deve priorizar o uso das salas de auto-atendimento bancário nas agências e dos caixas eletrônicos externos em horários de maior movimento. No caso do auto-atendimento, por exemplo, são os horários de expediente bancário.
Evite sacar em caixas eletrônicos muito isolados, mesmo que em locais movimentados.
Caixas eletrônicos podem estar em áreas de grande movimento, como postos de gasolina e restaurantes em estradas. No entanto, a localização específica dos caixas eletrônicos pode ser muito isolada evitando que infrações como furtos sejam percebidas por quem transita pelo local.
Se o caixa eletrônico reter seu cartão, avise o banco imediatamente
Os caixas eletrônicos em geral não "engolem" o cartão do consumidor, mesmo que haja erro repetido de digitação de senha. Na maioria das vezes, isso acontece por instalação de dispositivo clandestino que retém o cartão.
Caso o cartão seja retido, ligue imediatamente para o serviço de atendimento telefônico e relate a ocorrência. Você será orientado sobre as providências que deverão ser adotadas.
O consumidor não deve aceitar celulares oferecidos por estranhos para ligar para a central de atendimento dos bancos. Fraudadores tendem a oferecer o telefone e não ligam para o banco, mas sim para seu cúmplice, que pedirá os dados do consumidor, agindo como se fosse atendente do banco.
Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize
Muitas violações dos caixas eletrônicos parecem perfeitas, mas não são. Em geral, deixam marcas, como placas desalinhadas e telas mais salientes do que o normal.
Se desconfiar da aparência ou achar estranha a estrutura externa do caixa eletrônico, não deve utilizá-lo e deve procurar um funcionário da agência ou ligar para o banco.
A série de pautas "Você Sabia", da FEBRABAN, traz sugestões sobre como os clientes podem fazer melhor uso dos serviços dos bancos e daqueles prestados pela Federação. O objetivo é esclarecer o público sobre questões que ajudem a melhorar seu relacionamento com as instituições financeiras. As pautas enviadas anteriormente foram sobre os serviços disponíveis aos consumidores no site da FEBRABAN, cheque especial, tarifas, crédito pessoal, encerramento de contas, canais de atendimento dos bancos e preenchimento de cheques.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A "EXPROPRIAÇÃO" DOS MINORITÁRIOS - POR FERNANDO RODRIGUES DE BAIRROS
Em meio à euforia das festas de final de ano, foi noticiado para a sociedade brasileira outro acordo envolvendo a empresa AmBev, que mostrou, mais uma vez, que, para ganhar, não interessam os meios, o importante é ganhar.
Quem saiu perdendo com as últimas artimanhas da megalomaníaca empresa foram os pequenos acionistas, vítimas da prática de tunneling efetuada pelos controladores da companhia.
O processo que se desenrolou na Comissão de Valores Mobiliários - CVM foi denominado pela comissão de inquérito como: "Expropriação de Minoritários", devido à operação lesar os direitos dos sócios em benefício dos controladores.
Em outras palavras, a expropriação dos "minoritários" já ocorre desde que a empresa passou a ser conduzida pela equipe que substituiu a administração da antiga Brahma, pois, na sequência, muitas vezes, presenciamos situações de puro trauma. Foi o que aconteceu com vários distribuidores nacionais, espalhados pelo Brasil. Estes, no início da fusão, tinham algum patrimônio que, posteriormente, virou cinza devido à dispensa dos seus serviços. É importante que se destaque que os serviços prestados para a grande companhia, que contribuíram com a construção e consolidação de sua marca, consumiram, em muitos casos, a vida inteira dos proprietários das pequenas empresas.
Porém, a situação mais vexatória é o envolvimento da Comissão de Valores Mobiliários na trama de acordos milionários para arquivamento de investigações. Causa-nos enorme espanto constatar que a CVM, uma respeitada autarquia federal responsável pelo bom andamento do mercado de ações, tenha concordado em fazer acerto para arquivar o processo de investigação de tunneling.
A CVM tem como função ser a guardiã destas relações, seja no controle das companhias, seja no mercado. Também está entre seus objetivos, fornecer proteção aos titulares de valores mobiliários contra emissões irregulares e atos ilegais de administradores e acionistas controladores de companhias.
Sendo assim, alertamos que a sociedade brasileira não está mais alheia a esses desmandos, pois a AFREBRAS - Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil, enquanto legítima representante do setor de bebidas nacionais, assumiu a responsabilidade de informar e discutir essas questões e, principalmente, de lutar pelo que é certo e justo!
* Fernando Rodrigues de Bairros é presidente da AFREBRAS - Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil.
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Para a criatividade florescer
Para a criatividade florescer
Estudo aponta seis fatores que estimulam o lado criativo e a inovação dentro das empresas
Meio & Mensagem
12 de Janeiro de 2010 às 17:14
Um estudo feito pela Norwegian School of Management indica caminhos que pode ajudar empresas a estimular a criatividade e, por tabela, ajudar nos negócios. O trabalho foi conduzido por Oyvind L. Martinsen, professor de Business Intelligence.
Ele pondera que criatividade é um pré-requisitivo para a inovação, o que é uma estratégia para levar uma companhia a ganhar mais prestígio e dinheiro. "Não há nada de místico em relação à criatividade. Tudo se trata de criar pensamentos, ideias e produtos úteis, no mais amplo sentido da palavra. E essa novidade pode ser útil agora ou no futuro", declarou em seu trabalho.
Para checar os fatores que auxiliaram a impulsionar o lado criativo, Martinsen buscou características comuns a inventores, artistas, desenvolvedores e cientistas. Ele também investigou o que líderes empresariais podem fazer para incentivar esse lado nas corporações.
O primeiro ponto, segundo Martinsen, é realmente ter desejo de gerar mais criatividade. Em suas palavras, isso é mais fácil de falar do que aplicar. Esse anseio, quando genuíno, tem impacto sobre o papel de liderança em uma companhia. "Obviamente, alguns têm personalidade mais criativa do que os demais. Durante o processo de seleção de pessoal, as empresas devem identificar candidatos que tenham talento criativo", disse.
As características dessas pessoas, em geral, são: inteligência acima da média, flexibilidade, gosto pelas novas ideias e facilidade para tê-las. Pela análise dos traços de personalidade dos quatro perfis que Martinsen estudou, o professor de Business Intelligence afirmou ainda que indivíduos criativos estão mais dispostos a novas experiências, têm imaginação bem vívida e habilidade para associar diversas ideias. Os artistas seriam menos estáveis do ponto de vista emocional, em relação aos outros três tipos (inventores, desenvolvedores e cientistas).
Por outro lado, Martinsen apontou que nenhum dos quatro perfis estudados é de fácil relacionamento. Eles podem ser teimosos ou competitivos. As pessoas criativas com um perfil mais artístico tendem a ser pouco sistemáticos, o oposto do que ocorre com os cientistas e os empreendedores.
Ambiente preparado para a criatividade
Martinsen salientou que contratar profissionais com esse lado mais desenvolvido não é o suficiente para a empresa. Para incentivar a criatividade, ele indicou seis fatores que podem tornar o ambiente mais adequado para isso:
1. Os profissionais devem sentir que as tarefas do trabalho são desafiadoras
2. Eles precisam ter uma experiência positiva ao colaborar com seus colegas
3. Os chefes têm de demonstrar que apóiam fortemente a criatividade
4. Os empregados devem ter um bom relacionamento com seus superiores imediatos
5. Estímulos intelectuais e à variedade precisam ser promovidos
6. É importante haver a vontade de se arriscar e também de ser flexível
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Estudo aponta seis fatores que estimulam o lado criativo e a inovação dentro das empresas
Meio & Mensagem
12 de Janeiro de 2010 às 17:14
Um estudo feito pela Norwegian School of Management indica caminhos que pode ajudar empresas a estimular a criatividade e, por tabela, ajudar nos negócios. O trabalho foi conduzido por Oyvind L. Martinsen, professor de Business Intelligence.
Ele pondera que criatividade é um pré-requisitivo para a inovação, o que é uma estratégia para levar uma companhia a ganhar mais prestígio e dinheiro. "Não há nada de místico em relação à criatividade. Tudo se trata de criar pensamentos, ideias e produtos úteis, no mais amplo sentido da palavra. E essa novidade pode ser útil agora ou no futuro", declarou em seu trabalho.
Para checar os fatores que auxiliaram a impulsionar o lado criativo, Martinsen buscou características comuns a inventores, artistas, desenvolvedores e cientistas. Ele também investigou o que líderes empresariais podem fazer para incentivar esse lado nas corporações.
O primeiro ponto, segundo Martinsen, é realmente ter desejo de gerar mais criatividade. Em suas palavras, isso é mais fácil de falar do que aplicar. Esse anseio, quando genuíno, tem impacto sobre o papel de liderança em uma companhia. "Obviamente, alguns têm personalidade mais criativa do que os demais. Durante o processo de seleção de pessoal, as empresas devem identificar candidatos que tenham talento criativo", disse.
As características dessas pessoas, em geral, são: inteligência acima da média, flexibilidade, gosto pelas novas ideias e facilidade para tê-las. Pela análise dos traços de personalidade dos quatro perfis que Martinsen estudou, o professor de Business Intelligence afirmou ainda que indivíduos criativos estão mais dispostos a novas experiências, têm imaginação bem vívida e habilidade para associar diversas ideias. Os artistas seriam menos estáveis do ponto de vista emocional, em relação aos outros três tipos (inventores, desenvolvedores e cientistas).
Por outro lado, Martinsen apontou que nenhum dos quatro perfis estudados é de fácil relacionamento. Eles podem ser teimosos ou competitivos. As pessoas criativas com um perfil mais artístico tendem a ser pouco sistemáticos, o oposto do que ocorre com os cientistas e os empreendedores.
Ambiente preparado para a criatividade
Martinsen salientou que contratar profissionais com esse lado mais desenvolvido não é o suficiente para a empresa. Para incentivar a criatividade, ele indicou seis fatores que podem tornar o ambiente mais adequado para isso:
1. Os profissionais devem sentir que as tarefas do trabalho são desafiadoras
2. Eles precisam ter uma experiência positiva ao colaborar com seus colegas
3. Os chefes têm de demonstrar que apóiam fortemente a criatividade
4. Os empregados devem ter um bom relacionamento com seus superiores imediatos
5. Estímulos intelectuais e à variedade precisam ser promovidos
6. É importante haver a vontade de se arriscar e também de ser flexível
Click aqui para ver a continuação desta postagem!
Marcadores:
Corporativo,
Inovação,
Negócios,
pesquisa,
Promoção
Assinar:
Postagens (Atom)










