Seja um Seguidor deste Blog

Me adicionem no Linkedin

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A SÍNDROME DO SAPO FERVIDO

Os Sapos Fervidos estão por toda parte, mas estão principalmente nas empresas. Ainda hoje pessoas que são demitidas saem profundamente magoadas, isso por não terem recebido o valor que julgavam merecer.  


Senhores potenciais Sapos Fervidos acordem e se preparem para o jogo empresarial onde quase sempre os mais espertos é que sobrevivem. As melhores empresas devem prestigiar aqueles que entregam resultados e que melhor se adaptam às mudanças incessantes que não param de ocorrer.

 

Reproduzo texto abaixo da Síndrome do Sapo Fervido. A matéria completa está no LINK abaixo.

 

http://www.jornalnativo.com.br/anteriores/index.php?id_edi=55


 

Vários estudos biológicos provam que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo que aquecemos a água, até que ferva. 


O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. lnchadinho e feliz.
 


Por outro lado,  um sapo que seja jogado neste recipiente já com a água fervendo salta imediatamente para fora. Meio "cozido", porém vivo!
 

Muitas pessoas têm comportamento similar ao do SAPO FERVIDO. Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar, que é só dar um tempo! E fazem um grande estrago, "morrendo" inchadinhos e felizes, sem terem percebido ou avaliado o resultado de suas ações (ou falta de). Outros,  graças  a  Deus, ao serem confrontados com as questões, pulam, saltam; em ações que representam, na metáfora, os trabalhos  necessários.  
Temos vários sapos fervidos por aí, prestes a morrer, porém boiando estáveis e impávidos na água que se  aquece a cada minuto.
 
Sapos fervidos que não perceberam que o conceito de administrar significa cuidar de uma manutenção eficiente do lugar, em sí. Não há futuro se não administramos o presente.
 


Assim, os sapos fervidos não percebem, que na administração, além de serem eficientes (fazer certo as coisas), precisam ser eficazes (fazer as coisas certas).

O desafio ainda maior está na humildade de atuar de forma coletiva. Tomar decisões coletivas exige, fundamentalmente, muita competência interpessoal para o desenvolvimento e o espírito de equipe. Exige saber partilhar o poder, delegar, acreditar no potencial das pessoas e saber ouvir até os Sapos Fervidos, que ainda acreditam que o fundamental é conservar o emprego a qualquer custo, independente da competência e do compromisso com a Comunidade.

        

A noticia completa está no excelente Jornal Nativo de Ipojuca no link acima

sábado, 22 de novembro de 2008

Quer ser mal atendido? Vá aos sábados a uma loja de celulares em algum shopping de São Paulo.



Precisei migrar um plano de celular pré para pós, e apenas consegui algum tempo no sábado. Me dirigi até o Shopping Tamboré e fui até uma loja Vivo.

 

Chegando na loja, vi uma multidão de pessoas aguardando. Nos balcões atendendo tinha umas 4 pessoas, mas tinha pelo menos uns 6 funcionários prestando informações, ou zanzando de um lado para o outro da loja.

 

Me informei, e tirei uma senha que era uns vinte números acima do número que estavam chamando. Como estava no shopping resolvi dar um passeio, tomar um café e praticar o lazer favorito de muitos paulistas, ou seja, olhar vitrines. Não entendo como algumas pessoas tiram a senha ficam 2, 3 horas ou mais esperando, se podem fazer outra coisa menos desagradável do que permanecer horas a fio aguardando pelo péssimo atendimento prestado por essas lojas de celulares.

 

Voltei depois de uma hora e meia, e cheguei até pensar que poderia ter passado a minha vez, mas felizmente faltavam uns 4 números para chegar a minha vez, como 4 atendentes estavam no balcão, pressupus que no máximo em 15 minutos me chamariam.

 

Ledo engano! Demorou uns 40 minutos para chegar a minha vez. Quando chegou a atendente quês estava visivelmente, cansada, estafada, mal humorada e outras coisas mais, me prestou algumas informações básicas.

 

Depois de todo um processo que não levou menos de 15 minutos, fui assinar o contrato e constatei que algumas coisas importantes não tinham sido informadas. Questionei, e imediatamente a atendente respondeu grosseiramente: Se o senhor não quiser não precisa assinar. Resolvi aceitar assim mesmo pois não teria tempo nem disposição para suportar outras maratonas de mal atendimento e longas esperas.

 

Paradoxal é o fato de que enquanto não conseguimos ficar 30 minutos em frente a TV sem ver esses comerciais caríssimos das empresas de celulares, que invariavelmente mostram o paraíso aos clientes, mas na realidade quando vamos em buscas dos paraísos prometidos o que realmente encontramos é o inferno.

 

Até quando o consumidor, que é quem sustenta e remunera muitíssimo bem essas empresas, continuará sendo desrespeitado? Até quando não sei, mas se cada um de nós passar a exercer os direitos constitucionais que tem como cidadão, certamente empresários, governo e as diversas outras estâncias da sociedade ficarão mais atentos, e esperamos passem a fazer a sua parte, que não fizeram até hoje.

 referência da imagem http://mobpop.blogtv.uol.com.br/2008/08/31/adultos-com-mais-de-30-anos-odeiam-celulares

 

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

TROGLODITAS AO VOLANTE

Todos os dias vou ao trabalho pela Castelo Branco. Tenho a felicidade de residir apenas uns 15 quilômetros de distância da empresa onde trabalho.


Nas milhares de idas e vindas já vi um pouco de tudo. Em resumo, é triste constatar como muitos trogloditas se comportam ao volante.


Se você quer conhecer a verdadeira personalidade das pessoas, procure saber o comportamento delas no trânsito. Muitas pessoas supostamente “legais” viram autênticas monstros quando estão ao volante.


Tenho um colega que se vangloria de concluir qualquer percurso na metade do tempo normalmente esperado. Ele comenta que costuma pegar as rabeiras das ambulâncias, e diz que acende os faróis e segue as ambulâncias, e acrescenta que todos colaboram, pois pensam que ele está seguindo algum conhecido ou familiar.


Ele também menciona que quando se ultrapassa a 200 quilometros  / hora, os radares não conseguem captar, ficando assim livre de multas. Não sei se é isso mesmo, não tentem comprovar!!


Hoje vi um carro com algumas pessoas que atiraram pela janela vários pedaços de papel, que pareciam ser restos de um pacote de bolacha. Uma cena grotesca, como é possível?


Muitas vezes acontece o seguinte: estou na terceira pista acompanhando o fluxo e no limite da velocidade máxima, na pista do meio da estrada, a velocidade é bem menor e tudo caminha bem. Começo a perceber um carro que vem em velocidade muito acima da máxima permitida O cara vem dando farol alto para todo mundo e cortando por todos os lados, quando percebo ligo a seta para esquerda, indicando que não tenho como entrar à direita para o cara passar em alta velocidade. Percebo que vai sobrar uma brecha para deixar o sujeito passar, dou seta indicando que vou entrar para a direita, mas o sujeito impaciente corta pela direita e segue em alta velocidade.


Há uns dias minha filha contou que numa via de 3 pistas, ela e mais o motorista de um outro carro pararam numa faixa de pedestres para algumas pessoas atravessarem. Na terceira pista um sujeito meteu a mão na buzina e tocou o carro em cima dos pedestres, que se não se apressam poderiam ser atropelados.


Isso e muito mais, acontece impunemente todos os dias, no entanto encontramos o policiamento, principalmente nas cidades, muito mais preocupado em alimentar a industria das multas do que em cuidar da educação e cidadania no trânsito.


Um amigo meu, rala com uma Kombi para sustentar sua família, trabalhar no centro de São Paulo fazendo entregas com uma Kombi não é fácil !  Pois é, ele recebeu um comunicado do Detran para entregar sua carta. E agora o que fazer? Como entregar a carta e continuar sustentando sua família?  Trabalhar fazendo entregas em São Paulo, 20 a 25 dias por mês sem ser multado é quase impossível ! Se existe uma industria que funciona, é a industria da multa!


Que sistema o nosso! Trogloditas em atividade estão cada vez mais livres para agir, enquanto aqueles que dependem do ato de dirigir para sobreviver, acabam pagando uma conta pesada.


Notem que em nenhum momento me referi aos trogloditas como animais, na realidade gosto muito de animais e sinceramente os animais não merecem que os trogloditas sejam chamados dessa forma.

 

 

 

 

Arquivo do blog