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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TIPOS DE PESSOAS QUE DEVEM SER EVITADOS NAS EMPRESAS

Destaco a seguir uma interessante abordagem de Kotter com relação certos tipos de pessoas que devem ser evitados nas empresas.

John Kotter no livro Leading Change recomenda que sejam mantidos fora da equipe  3 tipos de pessoas

 1-      Pessoas com o ego grande. O ego grande, segundo Kotter, enche a sala, deixando pouco ou nenhum espaço para outra pessoa participar ou contribuir. As pessoas com ego grande nem sempre entendem suas próprias limitações e como estas podem ser complementadas pelos pontos fortes dos outros.

2-     Cascavéis. Kotter descreve uma “cascavel” como o tipo de pessoa que secretamente envenena relacionamentos entre os membros de uma equipe. Uma cascavel é especialista em contar a Maria algo sobre Roberto, e depois conta a Roberto algo sobre Maria, envenenando, desta forma o relacionamento entre ambos.




3-      Participantes relutantes. Essas são as pessoas que não tem nem tempo nem entusiasmo para dar energia à equipe. Cuidado ao incluir essas pessoas na sua equipe. No entanto, mantê-las distantes pode ser difícil uma vez que os participantes relutantes podem ter a experiência ou o poder organizacional que você precisa.


John F. Kotter, Leading Change ( Boston Harvard Business School Press, 1996), 59-61


O pior é que na prática, em muitas empresas esses perfis não só não são evitados, como chegam atingir níveis elevados. Conheço um certo Diretor, dono da verdade cujo monólogo nas suas reuniões intermináveis produzem momentos de tortura, humilhação e frustração.





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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Executivo donos da verdade -


Calculo da Taxa de Retorno para Projetos - TIR ou IRR

Na HP12C calcular a TIR ou IRR da seguinte forma
Fonte : http://dicashp12c.blogspot.com.br/2014/09/tir-taxa-interna-de-retorno-tir.html

TIR - Taxa Interna de Retorno

TIR é a taxa que mede o retorno de um investimento.

O cálculo da TIR nos permite encontrar a remuneração do investimento de forma percentual. A TIR é a taxa que equaliza o valor presente das saídas de caixa com o valor presente dos recebimentos, ou seja, é a taxa que anula o VPL (Valor Presente Líquido) do fluxo de caixa do investimento analisado.

TIR é a taxa em que o VPL é igual a zero, ou seja, é a taxa que iguala todas as entradas de caixa ao valor a ser investido no projeto.

Para a utilização em avaliação de fluxos de caixa, são usadas as seguintes funções da HP12-C:

[CFo] - Fluxo de caixa inicial, considerado o fluxo de caixa no momento "zero" (investimento).
[CFj ] - Fluxo de caixa de cada período seguinte
[ Nj ]  - Repete fluxos iguais e consecutivos
[IRR]  - Taxa interna de retorno (ou TIR)
[NPV] - Valor Presente Líquido (VPL)

Atenção: Observe que as funções de cada tecla acima de cor azul, deve ser precedida da tecla    [ g ] e as de cor amarela pela tecla [ f ].

Exemplo:

Um empresário recebeu uma proposta para investir em um novo negócio cuja previsão de lucro mensal é a seguinte:

1º mês - R$ 2,700.00
2º mês - R$ 3,200.00
3º mês - R$ 4,300.00
4º mês - R$ 5,200.00
5º mês - R$ 5,200.00
6º mês - R$ 6,000.00

Sabendo-se que o capital inicial investido por ele seria de R$ 20,000.00, calcule a taxa
interna de retorno desse investimento.

                            [ f ] [CLX]
20,000.00 [CHS] [ g ] [CFo]
  2,700.00            [ g ] [CFj]
  3,200.00            [ g ] [CFj]
  4,300.00            [ g ] [CFj]
  5,200.00            [ g ] [CFj]
             2             [ g ] [ Nj]
  6,000.00            [ g ] [CFj]
                            [ f ] [IRR]
   
                            ==> 7.71% a.m.

Obs.: A taxa encontrada foi a mensal, pois os valores das parcelas são em
períodos mensais. 

Podemos também fazer esse cálculo via Excel.

Oportunamente passarei os passos para o cálculo.


Para efetuar esse mesmo cálculo numa planilha excel basta digitar o resultado do fluxo líquido de caixa numa linha conforme segue:


Na célula onde se calcula o TIR digite  =TIR(D4.J4)




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Ariovaldo Lopes da Silva – Mestre em Ciências Contábeis, Economista, Professor universitário por 20 anos e executivo de empresas por 40 anos, sendo último cargos ocupados com carteira assinada de Controller para America Latina na Henkel e Diretor Financeiro na Mauser. Atualmente é Palestrante, Consultor e Empresário. Possui mais de 200 artigos sobre Controladoria, Finanças e Gestão de Empresas.  arilopes@folha.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Princípios Contábeis

Os princípios contábeis devem guiar o trabalho do profissional de Contabilidade

Fonte: Portal CFC  <= Melhor consultando diretamente ao Link

SEÇÃO I O PRINCÍPIO DA ENTIDADE Art. 4º O Princípio da ENTIDADE reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição. Parágrafo único O PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE, mas a recíproca não é verdadeira. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE, mas numa unidade de natureza econô- mico contábil.

SEÇÃO II O PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE Art. 5º A CONTINUIDADE ou não da ENTIDADE, bem como sua vida definida ou provável, devem ser consideradas quando da classificação e avalia- ção das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas. § 1º A CONTINUIDADE influencia o valor econômico dos ativos e, em muitos casos, o valor ou o vencimento dos passivos, especialmente quando a extinção da ENTIDADE tem prazo determinado, previsto ou previsível. § 2º A observância do Princípio da CONTINUIDADE é indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA, por efeito de se relacionar diretamente à quantificação dos componentes patrimoniais e à formação do resultado, e de constituir dado importante para aferir a capacidade futura de geração de resultado.

SEÇÃO III O PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE Art. 6º O Princípio da OPORTUNIDADE refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, determinando que este seja feito de imediato e com a extensão correta, independentemente das causas que as originaram. Parágrafo único Como resultado da observância do Princípio da OPORTUNIDADE: I – desde que tecnicamente estimável, o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razo- ável certeza de sua ocorrência; 13 Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade II – o registro compreende os elementos quantitativos e qualitativos, contemplando os aspectos físicos e monetários; III – o registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da ENTIDADE, em um período de tempo determinado, base necessária para gerar informações úteis ao processo decisório da gestão.

SEÇÃO IV O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL Art. 7º Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior, expressos a valor presente na moeda do País, que serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da ENTIDADE. Parágrafo único Do Princípio do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL resulta: I – a avaliação dos componentes patrimoniais deve ser feita com base nos valores de entrada, considerando-se como tais os resultantes do consenso com os agentes externos ou da imposição destes; II – uma vez integrado no patrimônio, o bem, direito ou obrigação não poderão ter alterados seus valores intrínsecos, admitindo-se, tãosomente, sua decomposição em elementos e/ou sua agregação, parcial ou integral, a outros elementos patrimoniais; III – o valor original será mantido enquanto o componente permanecer como parte do patrimônio, inclusive quando da saída deste; IV – os Princípios da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA e do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL são compatíveis entre si e complementares, dado que o primeiro apenas atualiza e mantém atualizado o valor de entrada; V – o uso da moeda do País na tradução do valor dos componentes patrimoniais constitui imperativo de homogeneização quantitativa dos mesmos.

SEÇÃO V O PRINCÍPIO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA Art. 8º Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. Parágrafo único São resultantes da adoção do Princípio da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: I – a moeda, embora aceita universalmente como medida de valor, não representa unidade constante em termos do poder aquisitivo; 14 II – para que a avaliação do patrimônio possa manter os valores das transações originais (art. 7º), é necessário atualizar sua expressão formal em moeda nacional, a fim de que permaneçam substantivamente corretos os valores dos componentes patrimoniais e, por conseqüência, o do patrimônio líquido; III – a atualização monetária não representa nova avaliação, mas, tão somente, o ajustamento dos valores originais para determinada data, mediante a aplicação de indexadores, ou outros elementos aptos a traduzir a variação do poder aquisitivo da moeda nacional em um dado período.

SEÇÃO VI O PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA Art. 9º As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. § 1º O Princípio da COMPETÊNCIA determina quando as alterações no ativo ou no passivo resultam em aumento ou diminuição no patrimônio líquido, estabelecendo diretrizes para classificação das mutações patrimoniais, resultantes da observância do Princípio da OPORTUNIDADE. § 2º O reconhecimento simultâneo das receitas e despesas, quando correlatas, é conseqüência natural do respeito ao período em que ocorrer sua geração. § 3º As receitas consideram-se realizadas: I – nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de efetivá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à ENTIDADE, quer pela fruição de serviços por esta prestados; II – quando da extinção, parcial ou total, de um passivo, qualquer que seja o motivo, sem o desaparecimento concomitante de um ativo de valor igual ou maior; III – pela geração natural de novos ativos independentemente da intervenção de terceiros; IV – no recebimento efetivo de doações e subvenções. § 4º Consideram-se incorridas as despesas: I – quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiro; II – pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo; III – pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo. 15 Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade



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SEÇÃO VII O PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA Art. 10. O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido. § 1º O Princípio da PRUDÊNCIA impõe a escolha da hipótese de que resulte menor patrimônio líquido, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais Princípios Fundamentais de Contabilidade. § 2º Observado o disposto no art. 7º, o Princípio da PRUDÊNCIA somente se aplica às mutações posteriores, constituindo-se ordenamento indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA. § 3º A aplicação do Princípio da PRUDÊNCIA ganha ênfase quando, para definição dos valores relativos às variações patrimoniais, devem ser feitas estimativas que envolvem incertezas de grau variável. Art. 11. A inobservância dos Princípios Fundamentais de Contabilidade constitui infração nas alíneas “c”, “d” e “e” do art. 27 do Decreto-Lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946 e, quando aplicável, ao Código de Ética Profissional do Contabilista.

Vejam uma boa apresentação do SLIDESHARE    
Vejam também

Índice do Ebook Papo de Controller

Vejam o índice do Ebook Papo de Controller


SUMARIO


INTRODUÇÃO.. 5
CAPÍTULO I  - PAPO SOBRE CONFIGURAÇÃO DA CONTROLADORIA.. 6
O GRUPO CONTÁBIL. 7
Responsabilidades da função contábil 11
Novas Responsabilidades em empresas pequenas. 12
O Papel do Controller. 12
Impacto da Ética no papel da Contabilidade. 13
Responsabilidades do Controller. 14
Missão da Empresa. 16
Accountability. 17
Organização da Controladoria. 17
Grupo de Colaboradores e a Controladoria. 18
Avaliação de desempenho. 19
Avaliação 360 graus. 19
Manuais de Procedimentos. 20
Recursos necessários ao funcionamento da Controladoria. 21
Avaliação da Controladoria e as medidas corretivas. 22
A Informação Contábil 22
CONTROLE E PROTEÇÃO DE ATIVOS. 23
Cumprimento das OBRIGAÇÕES FISCAIS. 24
Planejamento e Controle de Operações. 24
Detalhamento das funções do Controller. 24
Estágios do Planejamento: 25
Função de Controle. 26
O desafio do Controller. 26
Função de Reporte "Reporting Function". 27
Função Contábil "Accounting Function". 27
Funções adicionais do Controller em pequenas empresas. 28
Relacionamento entre o Controller e o CFO.. 29
Funções Básicas da Controladoria segundo o Controllers Institute of America. 29
Características da função do Controller. 30
Controladoria versus Administração Financeira. 31
Elementos de controle. 31
Segregação de Funções. 32
Controle do Caixa. 33
Controle dos Estoques. 33
Controle da área de Contas a pagar. 34
Controle dos Adiantamentos. 34
Controle das Contas a Receber. 35
CAPÍTULO II - PAPO SOBRE INDICADORES DE DESEMPENHO.. 35
Indicadores de Desempenho – Poucos indicadores podem mostrar muito. 37
A Contabilidade do Futuro. 40
Demonstrativos Contábeis Estratégicos. 42
Contruindo um DRE Estratégico. 46
Balanço de Indicadores com Metas Estratégicas parcialmente travadas. 50
Definindo metas estratégicas no processo de preparação do Planejamento Estratégico. 54
Capítulo III - PAPO SOBRE CUSTOS. 57
A defasagem dos sistemas de custos. 58
Custos – Cálculo de rendimentos de produção (Yield production ) / O que os livros não falam.. 59
Além da Contabilidade de Custos. 63
Os quatro erros dos gestores dos custos contábeis. 67
Análise de Custos – Regra 80 /20. Priorizando o que é mais importante. 69
Cálculo da produtividade na utilização da Mão-de-obra DE DIRETA. 71
Cálculo de produtividade na utilização das máquinas. 71
Controle e Gestão dos Custos com Fretes. 73
Contratação dos Fretes. 74
Consolidação das Cargas. 74
A GESTÃO DE PREÇOS E OS SISTEMAS DE CUSTOS. 77
Custeio Integral ou Varíavel. Qual o melhor?. 79
CAPITULO IV – PAPO SOBRE DESCONTROLADORIA.. 81
Descontroladoria Estratégica. 82
Quando um “Balance Sheet” se torna um “Balance Shit”. 85
Funcionários que têm permissão para errar destroem os sistemas. 86
Problemas frequentes na Controladoria e na Contabilidade. 87
Ferramentas avançadas de gestão. TOC, ABC/ABM e o mundo real 92
Resultados Contábeis – Aproximadamente corretos ou exatamente errados!. 95
CAPITULO V – PAPO SOBRE BOAS PRÁTICAS EM CONTROLADORIA.. 100
Responsabilidades de um Controller de Fábrica, ou Plant Controller?. 101
Contingências Trabalhistas – Como evitar e minimizar potenciais perdas para as empresas?. 105
A importância de uma Controladoria forte nas empresas. 110
Requisitos para a prática de uma Controladoria de primeira linha: 111
Controladoria de Negócios X Controladoria Financeira. 112
Controladoria até na Padaria. 114
Fechamento de Resultado Mensal com Rapidez e Qualidade - Boas Práticas no P&L. 116
P & L Based Analysis / Análise Baseada no Demonstrativo de Resultados. 119
CAPITULO VI – PAPO SOBRE ATIVOS E WORKING CAPITAL. 122
Controladoria de projetos de investimentos. 123
Project Accounting – Contabilidade de Projetos. 125
Melhores Práticas no Controle de Ativos Fixos. 129
Melhores práticas no controle das Contas a Receber. 131
Gestão Financeira do Capital de Giro / Working Capital Financial Management. 133
CAPITULO VII – PAPO SOBRE PLANEJAMENTO ESTRATÉGIAS E MUDANÇAS. 136
A análise SWOT e o Planejamento Estratégico. 137
BUDGET e o papel da Controladoria. 141
Gerenciando Mudanças complexas. 144
Etapas estratégicas nos processos de negociação. 147
PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO EM EMPRESAS GLOBAIS / Operações Inter
company. 150
PROCEDIMENTOS “INTER COMPANY. 153
PADRONIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO.. 153
GERENCIAMENTO GLOBAL DE MARCAS. 154
UNIDADES DE NEGÓCIOS. 155
M&A, Merges & Acquisitions. Compras, vendas, fusões e aquisições de empresas. 156
CAPITULO VIII – PAPO SOBRE CLIENTE E MERCADO.. 160
Fechando grandes pedidos. 161
Fornecedores que concorrem com seus clientes. 163
Vendas – Como enfurecer e perder clientes. 165
O difícil controle das verbas de marketing. 168
Como calcular variações de preços e de volumes nas vendas ?. 171
Quanto vale uma marca premium?. 172
Capítulo IX - PAPO SOBRE LOGÍSTICA.. 175
Estoques – Até que ponto é necessário manter um estoque imenso?. 176
Má Gestão dos Estoques pode quebrar a sua empresa. 183
Por que os Estoques não batem?. 184
Como organizar os estoques das empresas?. 188
Supply Chain – Gestão de estoques. O barato sai caro!. 192
Gestão de Custos com Logística – Controle de custos com movimentação, armazenagem e fretes. 196
Gestão de Custos com Fretes. Como proteger as empresas contra enormes perdas?. 199
Funções da Controladoria no Controle dos Estoques. 201
Conclusão. 203
Bibliografia. 204

 


Vejam Também : Jovens talentos demitidos e Dinossauros mantidos

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