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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Executivo donos da verdade -


Calculo da Taxa de Retorno para Projetos - TIR ou IRR

Na HP12C calcular a TIR ou IRR da seguinte forma
Fonte : http://dicashp12c.blogspot.com.br/2014/09/tir-taxa-interna-de-retorno-tir.html

TIR - Taxa Interna de Retorno

TIR é a taxa que mede o retorno de um investimento.

O cálculo da TIR nos permite encontrar a remuneração do investimento de forma percentual. A TIR é a taxa que equaliza o valor presente das saídas de caixa com o valor presente dos recebimentos, ou seja, é a taxa que anula o VPL (Valor Presente Líquido) do fluxo de caixa do investimento analisado.

TIR é a taxa em que o VPL é igual a zero, ou seja, é a taxa que iguala todas as entradas de caixa ao valor a ser investido no projeto.

Para a utilização em avaliação de fluxos de caixa, são usadas as seguintes funções da HP12-C:

[CFo] - Fluxo de caixa inicial, considerado o fluxo de caixa no momento "zero" (investimento).
[CFj ] - Fluxo de caixa de cada período seguinte
[ Nj ]  - Repete fluxos iguais e consecutivos
[IRR]  - Taxa interna de retorno (ou TIR)
[NPV] - Valor Presente Líquido (VPL)

Atenção: Observe que as funções de cada tecla acima de cor azul, deve ser precedida da tecla    [ g ] e as de cor amarela pela tecla [ f ].

Exemplo:

Um empresário recebeu uma proposta para investir em um novo negócio cuja previsão de lucro mensal é a seguinte:

1º mês - R$ 2,700.00
2º mês - R$ 3,200.00
3º mês - R$ 4,300.00
4º mês - R$ 5,200.00
5º mês - R$ 5,200.00
6º mês - R$ 6,000.00

Sabendo-se que o capital inicial investido por ele seria de R$ 20,000.00, calcule a taxa
interna de retorno desse investimento.

                            [ f ] [CLX]
20,000.00 [CHS] [ g ] [CFo]
  2,700.00            [ g ] [CFj]
  3,200.00            [ g ] [CFj]
  4,300.00            [ g ] [CFj]
  5,200.00            [ g ] [CFj]
             2             [ g ] [ Nj]
  6,000.00            [ g ] [CFj]
                            [ f ] [IRR]
   
                            ==> 7.71% a.m.

Obs.: A taxa encontrada foi a mensal, pois os valores das parcelas são em
períodos mensais. 

Podemos também fazer esse cálculo via Excel.

Oportunamente passarei os passos para o cálculo.


Para efetuar esse mesmo cálculo numa planilha excel basta digitar o resultado do fluxo líquido de caixa numa linha conforme segue:


Na célula onde se calcula o TIR digite  =TIR(D4.J4)




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Ariovaldo Lopes da Silva – Mestre em Ciências Contábeis, Economista, Professor universitário por 20 anos e executivo de empresas por 40 anos, sendo último cargos ocupados com carteira assinada de Controller para America Latina na Henkel e Diretor Financeiro na Mauser. Atualmente é Palestrante, Consultor e Empresário. Possui mais de 200 artigos sobre Controladoria, Finanças e Gestão de Empresas.  arilopes@folha.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Princípios Contábeis

Os princípios contábeis devem guiar o trabalho do profissional de Contabilidade

Fonte: Portal CFC  <= Melhor consultando diretamente ao Link

SEÇÃO I O PRINCÍPIO DA ENTIDADE Art. 4º O Princípio da ENTIDADE reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição. Parágrafo único O PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE, mas a recíproca não é verdadeira. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE, mas numa unidade de natureza econô- mico contábil.

SEÇÃO II O PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE Art. 5º A CONTINUIDADE ou não da ENTIDADE, bem como sua vida definida ou provável, devem ser consideradas quando da classificação e avalia- ção das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas. § 1º A CONTINUIDADE influencia o valor econômico dos ativos e, em muitos casos, o valor ou o vencimento dos passivos, especialmente quando a extinção da ENTIDADE tem prazo determinado, previsto ou previsível. § 2º A observância do Princípio da CONTINUIDADE é indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA, por efeito de se relacionar diretamente à quantificação dos componentes patrimoniais e à formação do resultado, e de constituir dado importante para aferir a capacidade futura de geração de resultado.

SEÇÃO III O PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE Art. 6º O Princípio da OPORTUNIDADE refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, determinando que este seja feito de imediato e com a extensão correta, independentemente das causas que as originaram. Parágrafo único Como resultado da observância do Princípio da OPORTUNIDADE: I – desde que tecnicamente estimável, o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razo- ável certeza de sua ocorrência; 13 Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade II – o registro compreende os elementos quantitativos e qualitativos, contemplando os aspectos físicos e monetários; III – o registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da ENTIDADE, em um período de tempo determinado, base necessária para gerar informações úteis ao processo decisório da gestão.

SEÇÃO IV O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL Art. 7º Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior, expressos a valor presente na moeda do País, que serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da ENTIDADE. Parágrafo único Do Princípio do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL resulta: I – a avaliação dos componentes patrimoniais deve ser feita com base nos valores de entrada, considerando-se como tais os resultantes do consenso com os agentes externos ou da imposição destes; II – uma vez integrado no patrimônio, o bem, direito ou obrigação não poderão ter alterados seus valores intrínsecos, admitindo-se, tãosomente, sua decomposição em elementos e/ou sua agregação, parcial ou integral, a outros elementos patrimoniais; III – o valor original será mantido enquanto o componente permanecer como parte do patrimônio, inclusive quando da saída deste; IV – os Princípios da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA e do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL são compatíveis entre si e complementares, dado que o primeiro apenas atualiza e mantém atualizado o valor de entrada; V – o uso da moeda do País na tradução do valor dos componentes patrimoniais constitui imperativo de homogeneização quantitativa dos mesmos.

SEÇÃO V O PRINCÍPIO DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA Art. 8º Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. Parágrafo único São resultantes da adoção do Princípio da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: I – a moeda, embora aceita universalmente como medida de valor, não representa unidade constante em termos do poder aquisitivo; 14 II – para que a avaliação do patrimônio possa manter os valores das transações originais (art. 7º), é necessário atualizar sua expressão formal em moeda nacional, a fim de que permaneçam substantivamente corretos os valores dos componentes patrimoniais e, por conseqüência, o do patrimônio líquido; III – a atualização monetária não representa nova avaliação, mas, tão somente, o ajustamento dos valores originais para determinada data, mediante a aplicação de indexadores, ou outros elementos aptos a traduzir a variação do poder aquisitivo da moeda nacional em um dado período.

SEÇÃO VI O PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA Art. 9º As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. § 1º O Princípio da COMPETÊNCIA determina quando as alterações no ativo ou no passivo resultam em aumento ou diminuição no patrimônio líquido, estabelecendo diretrizes para classificação das mutações patrimoniais, resultantes da observância do Princípio da OPORTUNIDADE. § 2º O reconhecimento simultâneo das receitas e despesas, quando correlatas, é conseqüência natural do respeito ao período em que ocorrer sua geração. § 3º As receitas consideram-se realizadas: I – nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de efetivá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à ENTIDADE, quer pela fruição de serviços por esta prestados; II – quando da extinção, parcial ou total, de um passivo, qualquer que seja o motivo, sem o desaparecimento concomitante de um ativo de valor igual ou maior; III – pela geração natural de novos ativos independentemente da intervenção de terceiros; IV – no recebimento efetivo de doações e subvenções. § 4º Consideram-se incorridas as despesas: I – quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiro; II – pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo; III – pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo. 15 Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade



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SEÇÃO VII O PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA Art. 10. O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido. § 1º O Princípio da PRUDÊNCIA impõe a escolha da hipótese de que resulte menor patrimônio líquido, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais Princípios Fundamentais de Contabilidade. § 2º Observado o disposto no art. 7º, o Princípio da PRUDÊNCIA somente se aplica às mutações posteriores, constituindo-se ordenamento indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA. § 3º A aplicação do Princípio da PRUDÊNCIA ganha ênfase quando, para definição dos valores relativos às variações patrimoniais, devem ser feitas estimativas que envolvem incertezas de grau variável. Art. 11. A inobservância dos Princípios Fundamentais de Contabilidade constitui infração nas alíneas “c”, “d” e “e” do art. 27 do Decreto-Lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946 e, quando aplicável, ao Código de Ética Profissional do Contabilista.

Vejam uma boa apresentação do SLIDESHARE    
Vejam também

Jovens Talentos X Dinossauros

Acabei de fazer uma postagem no Linkedin ( para acessar clique no título abaixo )




Jovens talentos demitidos e Dinossauros mantidos


Convido você a ver essa minha publicação e se quiser pode me adicionar. Trei prazer em ser seu contato no Linkedin

Deixem um comentário lá, e se gostarem ajudem compartilhando.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Contabilidade para Engenheiros - Introdução

O que precisa um engenheiro saber sobre Contabilidade?

Um engenheiro precisa saber quais são as finalidades dos demonstrativos contábeis. Isso inclui o que é um Balanço e um DRE. Precisa também saber o que os demonstrativos contábeis  representam e como analisá-los.
O Balanço e o DRE são como um Raio X do Patrimônio e Desempenho da Empresa. Neles estão registrados todos os principais números sobre o desempenho do Negócio.
Os diversos componentes do Balanço e DRE demonstrarão importantes detalhes sobre a empresa.

Conforme o CFC:

Finalidade das demonstrações contábeis 9. As demonstrações contábeis são uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira e do desempenho da entidade. O objetivo das demonstrações contábeis é o de proporcionar informação acerca da posição patrimonial e financeira, do desempenho e dos fluxos de caixa da entidade que seja útil a um grande número de usuários em suas avaliações e tomada de decisões econômicas. As demonstrações contábeis também objetivam apresentar os resultados da atuação da administração, em face de seus deveres e responsabilidades na gestão diligente dos recursos que lhe foram confiados. Para satisfazer a esse objetivo, as demonstrações contábeis proporcionam informação da entidade acerca do seguinte: (a) ativos; (b) passivos; (c) patrimônio líquido; (d) receitas e despesas, incluindo ganhos e perdas; (e) alterações no capital próprio mediante integralizações dos proprietários e distribuições a eles; e (f) fluxos de caixa. Essas informações, juntamente com outras informações constantes das notas explicativas, ajudam os usuários das demonstrações contábeis a prever os futuros fluxos de caixa da entidade e, em particular, a época e o grau de certeza de sua geração.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dicas pouco usuais para sua próxima entrevista de emprego

Antes de tudo veja no final desta postagem algumas boas postagens sobre dicas para a sua próxima entrevista  de emprego. Algumas podem estar incluídas nas poucas dicas que passo.

Esta postagem está em construção e aos poucos incluirei novas dicas.


http://www.vagas.com.br/profissoes/dicas/13-dicas-mandar-entrevista-de-emprego/
http://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2016/06/entrevista-de-emprego-veja-10-dicas-para-se-destacar-e-conseguir-vaga.html
http://www.mundosimples.com.br/educacao-trabalho-dicas-entrevista-emprego.htm

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Contabilidade para Engenheiros

Foto da Lousa de uma das últimas aulas onde fiz um apanhado sobre a Contabilidade e Análise de Balanço com ênfase para Engenharia de Produção.

Abaixo segue uma lista de tópicos que são conhecimentos essenciais para engenheiros.
Abordarei cada um desses tópicos oportunamente.




INTRODUÇÃO
Tipos de Contabilidade
Diferentes usos para a Contabilidade
Principais Demonstrativos Financeiros
Estrutura e conteúdo dos Balanços
Ativo X Passivo
Circulante X Não Circulante
Índices de Liquidez
Outros índices de Balanço
Análise horizontal X Análise Vertical
P&L / DRE
Budget X Forecast
Planejamento Financeiro
Fluxo de Caixa
Formação de preços
Contabilidade para Projetos
Despesas, Custos, Gastos, Perdas,. Investimentos
Sistemas de Custeio, Custo Standard, Custeio por Absorção, Custeio Direto
Departamentalização, Centros de Custos, Rateios
Custos Incrementais X Custos Diferenciais
Custos da Qualidade,Custos da Manutenção
Plant Controlling ( Controle de Plantas Industriais )
Cálculo de Rendimentos
Sistemas avançados de custos ABC X ABM
EVA, WACC
EBITDA e EBIT
Margem de Contribuição
Ponto de Equilíbrio - Break Even
Unidades de Negócio - BU - SBU
KPI´s
Balanced Score Card - BSC
Working Capital
Módulos Financeiros SAP - FI / CO
Business Inteligence, Data Wharehouse
Dashboards






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