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terça-feira, 3 de novembro de 2020

No Controle do Capital de Giro / In The Working Capital Control

O Capital de Giro das empresas pode significar a viabilização do negócio ou não, ou ainda pode determinar a Rentabilidade assim como  a Qualidade da Gestão Financeira praticados.

Acompanhar indicadores que apontam para a melhora ou piora dos mesmos é imprescindível para quem quer estar efetivamente  No Controle do Capital de Giro.

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Nos livros encontramos que o Capital de Giro é a diferença entre o Ativo Circulante menos o Passivo Circulante. Mas na prática as empresas internacionais muitas vezes consideram o Working Capital como:

MAIS..... Estoques
MAIS---- Contas a Receber 
MENOS. Contas a Pagar

Esses são seguramente os principais grupos de contas que determinam o Capital de Giro Operacional obtido.

Logicamente que deverá ser olhado atentamente para os Circulantes ( ATIVO e PASSIVO ) e verificar se existem outras contas relevantes que continuamente aparecem no balanço. Uma dessas contas pode ser o grupo de adiantamentos. Se a empresa possui um grupo de adiantamentos relevante, ou ainda outros itens, poderá incluir esses na monitoração do Working Capital. 

EQUILÍBRIO ENTRE CONTAS A RECEBER E CONTAS A PAGAR

Deve-se procurar sempre receber com prazos mais curtos do que se compra. O mundo ideal seria comprar um produto num prazo que permita estocar, processar e vender o produto antes de precisar pagar. Desta forma o Capital de Giro seria negativo ou zero.

Lógico que para muitas empresas isso é impossível, mas pelo menos deve-se procurar comprar com prazo de pagamento maior do que o prazo de recebimento das vendas, fazendo com que o saldo líquido entre pagamentos e recebimentos seja sempre favorável para a empresa. 

Podem haver outros fatores como os custos financeiros, mas em geral deve-se ter condições de recebimento das Vendas sempre consideravelmente menor que os Pagamentos da Compras.

GESTÃO EFICAZ DOS ESTOQUES

Estoques elevados é outra grande fonte de desequilíbrio do Working Capital. O mundo ideal é o "Just in Time" que considera como estoque ideal o ESTOQUE ZERO.

Mas isso está muito distante, e em algumas empresas é praticamente impossível. Nesses casos deve-se trabalhar com um mínimo de estoques sem que com isso se comprometa o atendimento das vendas.

GESTÃO EFICAZ DOS ESTOQUES requer processos muito bem estruturados onde outros interesses como produzir a qualquer custo e áreas fracas de engenharia PCP e outras não prejudiquem a operação e os volumes dos estoques.

MONITORAÇÃO SISTEMÁTICA DOS KPI´S RELACIONADOS AO WORKING CAPITAL

Os principais indicadores relacionados ao Working Capital são: 

- Giro ou Estoques em Dias dos INVENTÁRIOS

- Índice de acurácia dos estoques.

Giro ou Estoques em Dias dos CONTAS A RECEBER

- Giro ou Estoques em Dias dos CONTAS A PAGAR

- Índice indicador do Working Capital Médio como porcentagem das Vendas Anuais ou Mensais.

Recomendo montarem uma tabela com pelo menos 36 meses e incluir diversas linhas com análises verticais e horizontais.

Gráficos deixam a planilha ainda melhor, mas o mais importante é ter ações rápidas no caso ser notado algum comportamento desfavorável. 

Trabalhar com Metas, Plano de Melhorias e outras formas de otimização dos indicadores pode dar grande contribuição.


FINALIZANDO

Para saber mais sobre o Working Capital veja a postagem abaixo que é bem mais completa e trás informações adicionais.


Uma boa Gestão do Working Capital é uma das principais atribuições do CFO e sua equipe. 

Empresas com Gestão Financeira fraca costumam ter ações de outras áreas como Vendas, Compras, etc. que atendem outros interesses mas que prejudicam a Gestão Financeira da empresa.


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