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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Qual a diferença entre EVA e o valor agregado de mercado MVA?

o que é ROE

O que é ROE?

ROE significa "Return on Equity" que em português é o Retorno sobre o PL  (Patrimonio Líquido )

É um indicador financeiro demonstrado em percentagem e que representa a capacidade de uma empresa gerar retorno sobre o seu capital próprio investido.

Vejam este artigo: 

Análise de ROE (Return on Equity): sua empresa rentabiliza acima do Custo de Oportunidade?

EXERCÍCIO SOBRE ROE


A empresa casarão alcançou um lucro líquido de R$ 50.000,00. Neste período, seu grau de endividamento foi de 30% e seu exigível somava 31.500,00. Neste contexto, qual o retorno da empresa sobre o Patrimônio Líquido?
A RESPOSTA É 47,62%. Eu quero saber como chegaram nesse valor.









EVA e EBITDA . O que são e para que servem?


Esses dois termos representam abordagens essenciais nos cursos de Contabilidade Gerencial, Controladoria ou Planejamento Financeiro.

Contadores tradicionais ou cursos de Contabilidade Tradicional muitas vezes não dá prioridade para esses tópicos.

A Contabilidade Básica que é focada e registrar e publicar demonstrativos básicos raramente contempla esses três tópicos.

EVA




EVA é uma medida de geração ou destruição de riquezas.

Empresas com alto EVA são aqueles em que o retorno obtido supera o custo do capital, também chamada WACC. ( working average cost of capital).

O EVA corresponde ao Lucro Residual que é o Lucro Líquido Obtido descontado o custo do Capital  Próprio.

Lucro Residual é um conceito que precedeu ao EVA mas que é um conceito similar.

Se uma empresa obtêm 1 milhão de lucro é o custo do capital empregado é de 1 milhão o lucro residual ou EVA será ZERO.

Poderíamos ainda dizer que EVA positivo representa o excedente ao Custo do Capital e quanto maior for maior será a criação de riqueza por parte da empresa.

Vejam mais sobre EVA nos link abaixo
1- EVA  <<<<<  Clique

Exercício


O Valor Econômico Agregado (EVA), calculado pela diferença entre o lucro operacional e o custo de capital, é uma ferramenta utilizada para medir a riqueza criada pela empresa para os respectivos acionistas.
Considere que as informações a seguir foram extraídas das demonstrações financeiras de uma empresa hipotética.

Lucro operacional: $ 385.000
Capital de terceiros: $ 341.600
Capital próprio: $ 512.400
Custo de capital de terceiros: 10%
Custo de capital próprio: 15%

Com base no exposto, é correto afirmar que a riqueza criada pela empresa, medida pelo indicador de desempenho EVA, totalizou

a
$ 43.400


b
$ 127.000. 


c
$ 170.800. 


d
$ 273.980.


e
$ 469.000. 

Fonte do exercício: Questões de Concursos




2- 
EBITDA é um indicador muito utilizado sobretudo em empresas de capital aberto mas ele é muito útil em praticamente todas as empresas.

EBITDA  < < < < link


Vejam o Link acima sobre EBITDA e veja também uma publicação bem completa sobre esse indicador

Ebitda: o que é, para que serve e como calcular?    Fonte: Banco Pactual


Questão :
Fonte: qconcursos

Julgue o item abaixo, relativo ao EBITDA (earnings before interest, tax, depreciation and amortization).

O EBITDA representa a geração de caixa operacional da empresa, ou seja, o montante de recursos gerados pela empresa apenas em suas atividades operacionais, após a subtração do efeito financeiro e de impostos.




terça-feira, 26 de junho de 2018

A importância dos 5S

A Importância da Abordagem dos 5S.

O 5S é uma metodologia de organização e disciplina no local de trabalho baseada em cinco palavras em japonês : seiri, seiton, seiso, seiketsu e shitsuke.

Cada uma dessas palavras tem um significado e representa uma filosofia de trabalho que quando adotado traz grandes benefícios às empresas

Os 5S se valem amplamente de aspectos visuais que demonstrem a utilização dos conceitos que estão por trás de cada UMA dessas palavras em japonês
Vejam o texto abaixo que esclarece sobre essa excelente metodologia

 Fonte: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ" de 26/junho de 2018

Vejam um ótimo vídeo sobre o 5S Programa 5S O 5S ou House keeping é um conjunto de técnicas desenvolvidas no Japão e utilizadas inicialmente pelas donas-de-casa japonesas para envolver todos os membros da família na administração e organização do lar.

 No final dos anos 60, quando os industriais japoneses começaram a implantar o sistema de qualidade total (QT) nas suas empresas, perceberam que o 5S seria um programa básico para o sucesso da QT.

Esse programa pode ser conhecido com outros nomes, porém 5S é o mais utilizado e vem das iniciais das cinco técnicas que o compõe:

- Seiri - organização, utilização, liberação da área;
- Seiton - ordem, arrumação;
- Seiso - limpeza;
- Seiketsu - padronização, asseio, saúde;
- Shitsuke - disciplina, autodisciplina.

O 5S pode ser implantado como um plano estratégico que, ao longo do tempo, passa a ser incorporado na rotina, contribuindo para a conquista da qualidade total e tendo como vantagem o fato de provocar mudanças comportamentais em todos os níveis hierárquicos.

Muitos dos conceitos da qualidade total se fundamentam na teoria da melhoria contínua (Kaizen: Kai, mudança e Zen, para melhor),  pois a QT é um processo e não um fato que possa ser considerado concluído.

Numa primeira etapa é necessário estabelecer a ordem para então buscar a QT.

Para estabelecer a ordem usamos o 5S.

 Alguns objetivos desse programa são: melhoria do ambiente de trabalho; prevenção de acidentes; incentivo à criatividade; redução de custos; eliminação de desperdício; desenvolvimento do trabalho em equipe; melhoria das relações humanas; melhoria da qualidade de produtos e serviços.

SEIRI - Organização, liberação da área 

Essa técnica é utilizada para identificar e eliminar objetos e informações desnecessárias, existentes no local de trabalho. Seu conceito chave é a utilidade, porém, devemos tomar cuidado com o que vai ser descartado para não perdermos informações e/ou documentos importantes.

A tabela abaixo mostra como separar e selecionar incluindo IDENTIFICAÇÃO e PROVIDÊNCIAS.

Se é usado toda hora Colocar no próprio local de trabalho
Se é usado todo dia Colocar próximo ao local de trabalho
Se é usado toda semana Colocar no almoxarifado, etc
Se não é necessário Descartar, disponibilizar

As principais vantagens do Seiri são: conseguir liberação de espaço; eliminar ferramentas, armários, prateleiras e materiais em excesso; eliminar dados de controle ultrapassados; eliminar itens fora de uso e sucata; diminuir risco de acidentes.

Para a execução do Seiri devem ser definidas e instaladas áreas de descarte. Essas áreas devem ser devidamente sinalizadas para evitar que se tornem "áreas de bagunça".

Todo material descartado deve ser etiquetado e controlado (materiais para recuperação, alienação, almoxarifado, materiais para outros órgãos, reciclagem ou para lixo ou sucata).

A responsabilidade da pessoa que está descartando só termina no momento do destino final do material descartado.

SEITON - Ordem, arrumação 

 É uma atividade para arrumarmos as coisas que sobraram depois do Seiri. Seu conceito chave é a simplificação.

Os materiais devem ser colocados em locais de fácil acesso e de maneira que seja simples verificar quando estão fora de lugar. Vantagens: rapidez e facilidade para encontrar documentos, materiais, ferramentas e outros objetos; economia de tempo; diminuição de acidentes. 

SEISO - Limpeza 

Nesta etapa devemos limpar a área de trabalho e também investigar as rotinas que geram sujeira, tentando modificá-las.

Todos os agentes que agridem o meio-ambiente podem ser englobados como sujeira (iluminação deficiente, mal cheiro, ruídos, pouca ventilação, poeira, etc).

Cada usuário do ambiente e máquinas é responsável pela manutenção da limpeza. A prática do Seiso inclui: não desperdiçar materiais; não forçar equipamentos; deixar banheiros e outros recintos em ordem após o uso, etc.

Como vantagens da aplicação desse terceiro S, temos: melhoria do local de trabalho; satisfação dos empregados por trabalharem em ambiente limpo; maior segurança e controle sobre equipamentos, máquinas e ferramentas; eliminação de desperdício.

SEIKETSU - Padronização, asseio, saúde 

 Após termos cumprido as três primeiras etapas do programa 5S devemos partir para a padronização e melhoria contínua das atividades.

Essa etapa exige perseverança, pois se não houver mudanças no comportamento das pessoas e nas rotinas que geram sujeira logo voltaremos a situação inicial, antes da implantação do 5S. Assim, através do Seiketsu conseguimos manter a organização, arrumação e limpeza obtidas através dos três primeiros Ss (Seiri, Seiton, Seiso).

Além do ambiente de trabalho o asseio pessoal acaba melhorando, pois os funcionários, não querendo destoar do ambiente limpo e agradável, acabam por incorporar hábitos mais sadios quanto à aparência e higiene pesssoais.

Nessa etapa, devem ser elaboradas normas para detalhar as atividades do 5S que serão executadas no dia-a-dia e as responsabilidades de cada um.

Como principais vantagens do estabelecimento do Seiketsu, temos: equilíbrio físico e mental; melhoria do ambiente de trabalho; melhoria de áreas comuns (banheiros, refeitórios, etc) melhoria nas condições de segurança.

SHITSUKE - Disciplina ou autodisciplina

O compromisso pessoal com o cumprimento dos padrões éticos, morais e técnicos, definidos pelo programa 5S, define a última etapa desse programa. Se o Shitsuke está sendo executado significa que todas as etapas do 5S estão se consolidando.

Quando as pessoas passam a fazer o que tem que ser feito e da maneira como deve ser feito, mesmo que ninguém veja, significa que existe disciplina. Para que esse estágio seja atingido todas as pessoas envolvidas devem discutir e participar da elaboração de normas e procedimentos que forem adotados no programa 5S.

 As vantagens são: trabalho diário agradável; melhoria nas relações humanas; valorização do ser humano; cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos; melhor qualidade, produtividade e segurança no trabalho.

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA 5S 

Embora composto por técnicas simples a implantação do programa deve seguir alguns passos. Sensibilização - é preciso sensibilizar a alta administração para que esta se comprometa com a condução do programa 5S.

Definição do gestor ou comitê central - quando a direção da empresa adota o programa 5S, deve decidir quem irá promovê-lo. O gestor deve ter capacidade de liderança e conhecimento dos conceitos que fazem parte desse programa.

É função do gestor: criar a estrutura para implantar o 5S elaborar o plano diretor treinar líderes promocão integrada do 5S. Anúncio oficial

- a direção deve anunciar, para todos os integrantes da organização, a decisão de implantar o 5S. Esse anúncio pode ser feito através de carta aberta ou de uma cerimônia, sempre enfatizando a importância da adoção dos conceitos do 5S na empresa. Treinamento do gestor ou do comitê central

- o treinamento pode ser feito através de literatura específica, visitas a outras instituições que já estejam implantando o programa 5S, cursos, etc. Elaboração do plano-diretor - esse plano deve definir objetivos a serem atingidos, estratégias para atingí-lo e meios de verificação.

Treinamento da média gerência e facilitadores 

- esse treinamento visa um maior compromisso da média gerência com a execução do 5S, assim como treinar pessoas que possam difundir os conceitos do 5S para os demais funcionários.

Formação de comitês locais

- a função desse comitê é promover o 5S no seu local de trabalho. Treinamento de comitês locais para o lançamento do 5S
- com um maior conhecimento sobre o 5S os comitês locais podem orientar e conduzir os colegas de trabalho durante a implantação do programa.

Antes do lançamento do programa 5S devem ser elaborados formulários para avaliação de cada etapa do programa. Através desses formulários poderemos visualizar se todas as etapas estão sendo cumpridas e onde há falhas.

Cada área onde será implantado o 5S deve ter um diagnóstico inicial, inclusive com registro fotográfico ou filmagem das áreas para comparação do antes e depois do 5S.

Feito o diagnóstico, deve ser escolhida uma data para o "Dia da Grande Limpeza", marco inicial para a implantação do 5S.

Definida a data devem ser providenciados os seguintes itens:

- áreas para descarte de materiais provenientes do Seiri;
- equipamentos de limpeza, proteção individual, transporte e descarte;

 O dia do lançamento do 5S deve ser um dia festivo, com eventos tais como: café da manhã ou almoço de confraternização, gincana, palestra, apresentação de grupos culturais, etc.

O dia seguinte ao dia do lançamento do 5S é um dia propício para a primeira de uma série de avaliações que deverão ser realizadas visando sempre a melhora contínua do ambiente de trabalho

(filosofia Kaizen). BIBLIOGRAFIA CONSULTADA: NATALI, M. Praticando o 5S: na indústria, comércio e vida pessoal. São Paulo: Editora STS, 1995. 101p. RIBEIRO, H. 5S A Base para a Qualidade Total: um roteiro para uma implantação bem sucedida. Salvador: Casa da Qualidade. 1994. 115p.


 Vejam a seguir um bom vídeo sobre o 5S


 

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Votem em caras novas! Não reelejam políticos

Mas que sejam de DIREITA

Como calcular Taxas de Mão de Obra Direta em empresas industriais

Este parece ser um tópico bem elementar mas infelizmente a tarefa de cálculo das taxas de Mão de Obra são efetuadas de forma errada em muitas empresas.

Mas Como calcular Taxas de Mão de Obra Direta em empresas industriais?

Vou dar alguns exemplos inicialmente de como não calcular:

Numa grande empresa delegaram ao RH colocar os custos hora no sistema para custear as ordens de produção. Afinal é o RH quem melhor conhece os custos da Mão de Obra.

Certo?

Não. Está completamente errado.

Taxas para valorização da Mão de Obra Direta nos produtos deve ser calculada e imputada nos sistemas pela área de Custos, e em casos de empresas que não possuem tal área por profissional da área contábil que saiba o que está fazendo.

No cálculo das horas de Mão de Obra Direta as horas improdutivas oneram os custos da Mão de Obra Direta, exceto em situações excepcionais.

Uma certa empresa possui cerca de 1000 horas de Mão de Obra Disponíveis, mas aponta apenas cerca de 300 horas em trabalhos produtivos, sendo as demais 700 horas horas improdutivas ou horas trabalhadas em atividades diversas não produtivas. 

Ocorre que nessa empresa o gerente industrial convenceu a diretoria a calcular custos da mão de obra com base no custo hora que o funcionário recebe como salário. 

No final do mês a empresa tem um valor, por exemplo, de R$15.000,00 pagos à mão de obra, mas apropria em ordens apenas R$ 4.500,00, sendo que os R$ 10.500,00 restantes são apropriados como despesas administrativas ou gastos gerais não incorporados aos custos de produção.

Trata-se de um método errado e fruto de quem não conhece custos nem sabe o que está fazendo. Existe a possibilidade de não se apropriar uma parte dos custos da mão de obra aos produtos, mas apenas em casos excepcionais de paradas não programadas que venha a ocorrer por motivos não usuais. A ocorrência de uma greve que gere grandes paradas é um exemplo.

Em custos as horas improdutivas oneram as horas produtivas. Assim, se a improdutividade for elevada o custo hora será afetado. Por isso, é obrigação de uma área de Produção, ao invés de querer influir na forma de calcular os custos, deve atuar para que a improdutividade ou horas desperdiçadas sejam minimizadas. Isso se dará através de uma gestão eficaz, planejamento profissional e vendas suficientes para tomar boa parte da produção.

Em outra empresa  de porte médio para grande tomaram a absurda decisão de delegar ao RH imputar os custos hora da mão de obra. Lógico que nesse sistema as horas de mão de obra nunca serão absorvidas e o custo da mão ficará errado.

Para finalizar deixo alguns links sobre cálculo de taxa de mão de obra e sobre apontamentos de produção. 

Se precisarem de algum suporte deixo dados para contato abaixo.



 

Contatos: arilopes@alphapremiumconsultoria.com.br
whatsapp: 11.97227.7471



quinta-feira, 14 de junho de 2018

Apontamentos de Produção, Produtividade e Disponibilidade


Termos: 

Apontamentos de Produção, Produtividade,  Disponibilidade,
Fatores de Produção, Horas Máquina, Horas Homem,
Set Up, Gestão de Custos, Custo Benefício, TPM, Manutenção Preditiva, Automação, Indústria 4.0

Apontamentos de Produção, Produtividade e Disponibilidade 


Em empresas industriais a apuração dos custos depende muito dos apontamentos de produção.

Todavia se constata pouca atenção para essa importante etapa para a apuração dos custos.

Apontamentos de Produção servem não apenas para apuração de custos mas também são essenciais para o controle e apuração da produtividade na utilização dos fatores de produção. 

Como principais tipos de apontamentos de produção temos:

- Horas Máquinas e Horas Homem

Muitas  empresas se preocupam em apurar as horas homem e horas máquinas trabalhadas para itens produzidos. 
São apuradas as horas e custeadas, mas, em muitos casos, não há um controle efetivo em apurar quantas horas estavam realmente disponíveis por recurso. 
A comparação sistemática das horas efetivamente apontadas com as disponíveis formam um efetivo e contínuo sistema de medição de produtividade na utilização dos fatores de produção

Já vi casos de empresa admitindo operadores enquanto a produtividade apurada dos operadores era de cerca de 50%.  Bastaria aumentar a produtividade ao invés de admitir mais recursos.

Qualquer produtividade de mão de obra ou de equipamentos produtivos abaixo de 80 a 90% precisa ser profundamente investigada.

Além de controlar o tempo disponível em comparação com o tempo real trabalhado é importante controlar a produtividade. 

De nada adianta ter um aproveitamento alto da disponibilidade de um equipamento se o mesmo, por exemplo, tem a capacidade de produzir 100 peças por hora  e está produzindo 50. Por isso, principalmente para o fator "Maquinas" o tempo é apenas um entre os vários fatores que impactam na produtividade

Também é importante apontar diariamente tanto para horas homem como para horas máquina o tempo total disponível  incluindo tempos produtivo ( set up e operação ) e todas as perdas ocorridas.. Costumo atribuir códigos para horas  improdutivas e apontar tais horas. Desta forma se a disponibilidade de um trabalhador é de 7 horas, no final do dia essas 7 horas devem ser apontadas.

Quando implanto esse tipo de controle é comum observar situações como a abaixo :

Disponibilidade ( 10 homens / 7 horas cada = Total = 70 horas / homem disponíveis )

Horas Produtivas ( Set Uo + Operação ) = 30 horas
Paradas aguardando serviço ou resolvendo questões diversas = 20 horas
Paradas por Manutenção                                = 12 horas
Outras Paradas não Produtivas                       =  8 Horas

Total                                                               = 70 horas

Produtividade Hora /Homem = 30 / 70 = 43%

É comum encontrar esse tipo de produtividade baixa mesmo em empresas que estão com altos volumes de trabalho em atraso. Isso não ocorre somente em empresas nacionais mas também em empresas multinacionais renomadas. 

Na realidade o que se observa é que poucas empresas controlam de fato o que deveriam.

Também encontramos com frequência vários problemas por trás de empresas com baixa produtividade:

- Falta de conhecimento com regras ditadas por pessoas sem preparo
- Time para Controle de Produtividade e Gestão de Custos insuficiente ou despreparado
- Sistemas sub utilizados ou funções de Gestão de Custos delegadas à pessoas de outras áreas.
- Auto controle. Áreas que devem ser controladas, controlando a si próprias.
- Falta de avaliação de custo benefício e análises numéricas muito bem executadas.

No tocante a horas máquinas o cenário e ainda mais complexo. Muitos fatores podem provocar perda de rentabilidade. Sistemas avançados de Manutenção incluindo TPM, Manutenção Preditiva, Automação, Qualidade e até aspectos modernos relacionados à Industria 4.0 podem em muito elevar produtividade e reduzir substancialmente custos e espaços para perdas.


Ariovaldo Lopes 
arilopes@alphapremiumconsultoria.com.br
(11) 97227.7471



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