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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Feed Back - Fator chave para o sucesso



Na Wikipidia encontramos o seguinte sobre feed back

Em administração, feedback (retorno de informação ou, simplesmente, retorno) é o procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta, eventualidade ou ação executada por esta, objetivando orientar, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações de melhoria, sobre as ações futuras ou executadas anteriormente.
No processo de desenvolvimento da competência interpessoal o feedback é um importante recurso porque permite que nos vejamos como somos vistos pelos outros. É ainda, uma atividade executada com a finalidade de maximizar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo.

No entanto, a falta de feed back é imensa.


Pais não dão feed back aos filhos. Apenas sabem repreender e muitas vezes da pior forma, o que só gera distanciamento e dificulta o relacionamento. Feed backs construtivos e oportunos com os filhos podem ser o diferencial para uma relação bem sucedida. 

Protetores de animais anunciam seus casos, muitos deles desesperadores. Algumas pessoas se sensibilizam e acabam ajudando. No entanto, é frequentemente nunca mais ouvirem notícias dos casos. Poucos são os protetores que se preocupam em retornar como ficaram os casos divulgados, gerando decepção de quem ajuda e prejudicando aos animais carentes. Muitos que poderiam ajudar não o fazem por falta de confiança. Aqueles que conseguem algum recurso doado também têm a obrigação de prestar contas, afinal quem garante que estão utilizando os recursos obtidos realmente para o fim divulgado?

Professores não dão feed back aos alunos. Muitos são os casos de aulas serem dadas e no dia da prova o resultado ser uma calamidade. Na realidade, em tais casos é bem provável que o professor  não tenha medido o feed back do que tentou passar para os alunos. 

Existem varias formas de medir o feed back sobre o aprendizado em classe. Pode ser com exercícios, com pequenos trabalhos em grupo ou individual 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

ÉTICA NAS EMPRESAS E O IMPACTO DA ÉTICA NA CONTABILIDADE

Quanto mais evoluídos os grupos sociais mais fortes são os valores éticos observados.

Segundo Patrícia de Sá a ética pode ser definida como os valores e regras de conduta que são necessários para uma sociedade ou comunidade funcionar.

Para um adequado relacionamento entre os participantes de um grupo social, é necessário que se estabeleça e se obedeça um código de ética. O código de ética é um conjunto de regras que definem padrões de comportamento entre os componentes de um grupo social.

Atitudes antiéticas podem desestabilizar uma organização. Atitude antiética é aquela que fere ao código de ética da organização.

Os códigos de ética ou códigos de conduta podem ser formais ou não formais. Algumas regras de conduta são pré-existentes e independem de estarem determinadas de maneira formal, por exemplo: usar roupa, cumprimentar as pessoas, etc... No entanto as organizações necessitam de códigos de ética formais.

O Controller e seu staff desempenham um amplo papel com relação à orientação sobre aspectos éticos na empresa. Freqüentemente o Controller é consultado sobre os resultados alcançados principalmente no curto prazo.

O Controller frequëntemente é chamado a participar no planejamento de resultado da empresa, ele também interage durante o processo de apuração de resultado mensal.

Dependendo da atuação do Controller podemos ter a ocorrência de problema de ordem ética. De certa forma é normal o Controller procurar influenciar positivamente os resultados da empresa, mas essa influência deve ocorrer mediante a observância dos procedimentos vigentes.

Dependendo da forma de atuação do Controller podemos ter um grave problema de ordem ética. Exemplo de problema de ordem ética: se o Controller segue continuamente às pressões da direção da empresa para modificar ainda que minimamente as demonstrações financeiras. Isso pode levar a mais e mais alterações.

Outro exemplo pode ocorrer quando as normas relativas aos relatórios de despesas são freqüentemente desacatadas, a não intervenção do Controller se configura em um grave problema de ética contábil.

Se o Controller não segue os mais elevados padrões éticos, o resto do grupo contábil não terá um líder para seguir.

Não é suficiente apenas mencionar que os mais elevados padrões éticos devem seguidos, se tais padrões não estão bem definidos. Para evitar problemas como esse deve-se criar e cumprir um adequado código de ética.

Pontos a serem tratados pelos códigos de Ética

Ø negociações de contratos;
Ø leis antitruste;
Ø conflitos de interesse;
Ø brindes;
Ø disposição de resíduos;
Ø boicotes internacionais;
Ø despesas com viagens;
Ø gastos em geral reembolsáveis por relatórios de despesas;
Ø contribuições a políticos;
Ø conservação e uso de ativos;
Ø padrões de conduta;
Ø local e segurança no trabalho;
Ø preconceito e discriminação;
Ø confidencialidade de informações financeiras e não financeiras:
Ø seleção de fornecedores ;
Ø favorecimento de fornecedor conhecido;
Ø Aceitar ou solicitar cortesias de fornecedores;
Ø obtenção de vantagens pessoais no uso de prerrogativas do cargo;
Ø utilização de ativos da empresa para fins pessoais.

De uma forma geral é a contabilidade a área que registra e reporta todos os bens, obrigações e movimentações nas diversas contas devedoras e credoras. Todos os registros contábeis e todas as transações processadas devem ocorrer sobre o máximo rigor contábil.

Rigor contábil significa registrar corretamente, no tempo adequado e comunicar para as pessoas certas. Também deve ocorrer análise e controle contábil suficientes para garantir qualidade da informação contábil, bem como proteção aos interesses da empresa e de seus acionistas.

A não aplicação sistemática pela contabilidade do necessário rigor contábil configura-se como grave problema de falta de ética contábil.

O GRUPO CONTÁBIL TEM UM AMPLO PAPEL DE REFORÇAR OS PADRÕES ÉTICOS NA EMPRESA. O CONTROLLER DEVE TER O MAIOR INTERESSE EM MONTAR UM CÓDIGO DE ÉTICA QUE O GRUPO CONTÁBIL POSSA ASSUMIR E ASSEGURAR DE FORMA A MANTER APROPRIADOS PADRÕES ÉTICOS.

profariovaldo@hotmail.com

sexta-feira, 1 de abril de 2011

ERPs Vantagens e Desvantagens da Informação


Autor: Acyr Ragugnetti Filho
 
Os  ERPs trazem informações sobre o que se passou e o que ocorreu durante os meses de vida e de anos das empresas e na maioria das vezes trabalham somente com o passado,  o que  infelizmente e  na maioria dos casos  só nos auxiliam a lembrar e verificarmos o que fizemos de errado para  tentarmos  corrigir o próximo mês , o próximo trimestre ou o próximo ano.
Estes sistemas são transacionais, e trabalham, na maioria das vezes, com o fato depois de ocorrido  guardando sempre  bastante informação de histórico e do passado das empresas.
Estamos, neste caso  dirigindo nosso carro olhando pelo espelho retrovisor.
Com os ERPs eu posso sempre saber o que deu certo e o que deu errado, através dos indicadores do passado, e que geramos através deles
ex: gastamos no ano de 2010 com  estoques inativos e obsoletos  6% de nosso inventario.
perdemos com problemas de qualidade no mês passado o “X” R$,
 Gastamos 5% a mais de fretes em 2010  se compararmos  com o ano de 2009 e vendemos somente 3% a mais.
Estes indicadores na maioria das vezes tratam do histórico e do passado e temos que aprender a observar através dos indicadores gerados nos ERPS, (SAP, Microsiga, Data Sul, Magnus, Conectus ), para podermos tentar melhorar nossa performance futura.
Existem no mercado já há algum anos nas grandes empresas de ERPs  os famosos APOs (Advanced Planning Optmizer) e APS (Advanced Planning Scheduling) que trabalham “pendurados” e ou são parte integrante dos ERPs e estes sim, mostram e nos auxiliam a tomar decisões de mudanças de direção, rumo e decidir o futuro de nossas empresas.
 Estes softwares ainda nos auxiliam a tomar decisões, por exemplo, onde deveremos instalar,  um centro de distribuição, uma fábrica,  ou se poderemos ou não atender os clientes de uma determinada região, baseados na localização e demanda de nossos clientes, capacidade de produção de nossas fábricas.Eles nos mostram  também onde deveremos localizar e ou se deveremos  ou não transferir nossos centros de distribuição, nossas plantas e fábricas .
Mostram-nos inclusive qual o custo destas transferências ou custos de mudanças;  por onde deveremos transitar nossos produtos; que tipo de transporte é o mais fácil para aquele produto; qual  o modal mais rentável; de que fabrica poderemos transferir nossos produtos e melhor ainda nos mostram os custos de cada alternativa.
Gosto muito deste tipo de software que repito, trabalham sempre ou pendurados nos grandes ERPs,  ou fazendo  parte integrantes dos mesmos;
Eles nos auxiliam a tomar decisões, antes dos  fatos ocorrerem,  mostrando nos  ou  dando idéia  do que será melhor para as nossas empresas.

Notas sobre o autor:
Acyr Ragugnetti Filho, Engenheiro Químico, Engenheiro de Segurança, Professor do MBA em Logística da Universidade de Sorocaba, especialista  em Administração da Produção e em  Supply Chain. Atualmente é Sócio da Ragugnetti Consultores Associados e atua  em Gestão e Reestruturação Empresarial.      

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