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sábado, 29 de janeiro de 2011

Começando na empresa? Como deve ser a sua integração?

Pessoalmente, como funcionário, consultor ou como colaborador, eu já iniciei em dezenas de empresas, além disso tenho visto muitos funcionários iniciando em diferentes áreas e funções. Posso afirmar com segurança que são muitos os casos em que ocorre uma má integração do funcionário que está chegando.

Elenco a seguir, sem esgotar as possibilidades, uma serie de ações que entendo serem necessárias à uma adequada integração do funcionário que está chegando:

1- Efetuar uma apresentação que fale sobre a organização, histórico da empresa, estrutura, produtos, políticas, mercados, etc. Se for uma multi nacional pode-se iniciar pela matriz e empresa no mundo, e em seguida entrar na empresa localmente e seu posicionamento no país. Em muitas empresas são desenvolvidos vídeos que além de serem apresentados para os colaboradores que iniciam, também podem ser apresentados para outros parceiros, como bancos, fornecedores e clientes, sempre que necessário.

2- Após uma apresentação mais descontraída sobre a organização podem-se apresentar as normas, políticas, benefícios, horário de trabalho, código de ética, etc. Nessa parte apresenta-se quais são os limites na empresa, deve-se deixar claro o que pode e o não se pode fazer na empresa. Importante destacar que algo normal em uma empresa, pode ser considerado falha grave em outra, então isso deve ser abordado na integração do funcionário.

3- Em seguida podemos abordar a respeito dos benefícios, muitas vezes o diferencial que pode atrair o afastar um funcionário da empresa é o plano de benefícios. As empresas costumam elaborar uma cartilha, bem como deixar um canal com o RH sempre acessível para esclarecer pontos necessários. Na área de benefícios o pacote é importante, mas igualmente importante é a forma como o RH gerencia junto aos funcionários a comunicação a respeito desse tópico.

4- Fornecer também um bom pacote de informações detalhadas, que muitos podem julgar não muito importantes, mas que para o colaborador recém chegado pode fazer a diferença, assim recomendo que esclareçam quanto a aspectos como: Posicionamento sobre o dia a dia, uso de máquinas de café, área de descanso e copa, fumódromos, salas de reuniões, casual day, horário flexível se houver, compensações de pontes dos feriados, uso de taxis, uso de copiadoras e telefones, etc.

5- Para o funcionário iniciante deve-se preparar um programa de integração que pode durar entre 2 dias e uma semana ou mais. Deve-se preparar uma agenda contendo áreas, profissionais e processos que serão apresentados. Nada pior do que um programa de integração ser desvirtuado pelas usuais emergências que os profissionais vivem na empresas.

6- Ao iniciante deve-se apresentar os fatores chave esperados para o sucesso da função que ele vai ter. Deve-se deixar claro o que espera-se dele e qual o apoio e ferramentas que ele terá para entregar os resultados esperados. Essa missão cabe ao gerente ou supervisor da área e deve ser assegurada pela cúpula da empresa com o acompanhamento do RH.

7- Hoje em dia a sustentabilidade é tão importante que muitas empresas reservam um tempo especialmente dedicado para apresentar o posicionamento que mantêm com relação ao meio ambiente.Nessa etapa recomenda-se apresentar de forma transparente indicadores, metas e políticas voltadas para a sustentabilidade.

8- Outro aspecto que ganha espaço diz respeito às práticas da empresa com relação à responsabilidade social. A cada dia mais as empresas se convencem de que suas missões incluem responsabilidade em contribuir com a comunidade onde estão inseridas. Assim, muitas empresas criam seus institutos ou desenvolvem ações que por vezes incentivam funcionários a se tornarem voluntários.

9- Recomenda-se que as empresas façam pesquisas com todos os funcionários no sentido de obter sugestões para melhorar o programa de integração dos novos funcionários. Assim podemos perguntar o que eles acham que  contribuiria com os novos funcionários para eles melhor desempenharem suas funções bem como se sentirem   mais confortáveis na organização.

10- Finalizada a integração peça para que o funcionário recém chegado prepare um relatório de feed back do programa de integração. Deixe claro que o relatório é confidencial e que sua crítica, sugestão e comentário será tomada como contribuição para desenvolvimento do programa.  Em seguida, para cada funcionário admitido, mas principalmente para os de maior potencial, nomeie um tutor e informe ao novo funcionário que seu tutor estará disponível para responder aos seus questionamentos que porventura surjam durante dua trajetória na empresa.

Durante os primeiros dias de empresa o superior imediato e RH devem acompanhar a integração e assegurar que tudo ocorra bem. Assim como num casamento, um bom começo é essencial, por isso o RH e o gestor imediato têm grande responsabilidade para o sucesso do novo colaborador.

Nos primeiros meses de trabalho do novo colaborador é essencial prover feed back contínuo, destacando os pontos positivos, e avaliando e atuando sobre pontos passivos de melhoria, para isso o novo funcionário precisa se sentir apoiado e estar ciente que faz parte de um eficiente e qualificado sistema, onde cada um faz a sua parte, e nesse contexto o resultado tende a ser o melhor.

Como tratar o lixo eletrônico no país que mais consome celulares no mundo?

• Pesquisa aponta que, em comparação até com alguns países mais ricos, os brasileiros foram os que mais compraram celulares no ano passado


• Segundo a ONU, são geradas anualmente, no planeta, 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico; mais uma vez, o país se destaca, como campeão de volume per capita


• Para a TGestiona (Grupo Telefônica), iniciativas como a PNRS, que colocam a logística reversa em evidência, são instrumentos de desenvolvimento econômico e social

Logo nos primeiros dias de janeiro, o mundo aguardava ansioso as novidades apresentadas na Consumer Electronics Show (CES), a maior feira de tecnologia do planeta. Entretanto, mais do que notícias, ficou evidente a ânsia, cada vez maior, do consumidor pelos eletroeletrônicos e as facilidades que proporciona.


Paralela à CES, a consultoria internacional Accenture apresentou uma pesquisa – disponível em inglês, com o título Finding Growth: Emergence of a New Consumer Technology Paradigm –, mostrando que 87% dos consumidores dos mercados emergentes compraram produtos tecnológicos no ano passado. O Brasil ganhou destaque, por superar países desenvolvidos em quantidade de eletrônicos pessoais adquiridos por seus habitantes, especialmente, aparelhos celulares.
Apreensão com o e-lixo - Apesar da euforia do comércio e da indústria diante das expectativas positivas para 2011, uma questão se destaca aos olhos dos consumidores mais atentos e conscientes: qual a destinação de todos esses itens tecnológicos ao serem substituídos por novos? De que forma e onde serão descartados?


Pelo grau de importância da destinação correta dos resíduos sólidos, principalmente do lixo eletrônico, a TGestiona (www.tgestiona.com.br), operadora logística do Grupo Telefônica, acredita que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), regulamentada em dezembro e que coloca a logística reversa em evidência no país, é um instrumento de desenvolvimento econômico e social.


“Particularmente agora com a criação de um comitê que vai definir as diretrizes da PNRS, o tema da destinação do e-lixo está ainda mais vivo na sociedade”, afirma Marcelo José de Sousa, diretor de logística da TGestiona.


Apenas no ano passado, a TGestiona efetuou a entrega de 10 milhões de aparelhos celulares. Em razão disso, compreende a importância do seu papel na cadeia nacional para aumentar os índices de reciclagem e descarte seguro de materiais. Um relatório da ONU, denominado Reciclando – Do lixo eletrônico a recursos, estima que anualmente são geradas 40 milhões de toneladas desse tipo específico de resíduo no mundo. Apesar de a maior parte ter origem nos países mais ricos, a entidade alerta para a explosão de consumo de eletrônicos nas nações emergentes. De fato, o Brasil ocupa a primeira posição global em acúmulo de lixo eletrônico per capita.


Conscientização e retorno financeiro – Sousa explica que muitas companhias já entenderam que assumir uma posição ecologicamente responsável traz, além do reconhecimento do público, benefícios tangíveis, como retorno financeiro e redução de gastos na operação. “Com a coleta, tratamento, transporte e destinação correta dos resíduos gerados pela empresa chega-se a um coeficiente ideal entre lucro e sustentabilidade”, finaliza o diretor de logística da TGestiona.
Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação: http://www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp

SOBRE A TGESTIONA (www.tgestiona.com.br)
Presente no Brasil desde o ano 2001, a empresa do Grupo Telefônica, com faturamento de cerca de R$ 213 milhões anuais, presta serviços nas áreas de logística, outsourcing e gestão de terceiros. Além das companhias do grupo (Vivo, Atento, Terra, Fundação Telefônica etc.), a TGestiona tem entre seus clientes empresas como Lenovo, Dell, Positivo, ZTE, L’Occitane, Motorola, Samsung e Sony Ericsson. Emprega 1,6 mil funcionários no Brasil e está presente em quatro outros países: Espanha, Peru, Argentina e Chile.

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