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sábado, 30 de janeiro de 2010

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Avaliação Moderna de Investimentos

Um livro direto sobre o processo de criação de valor corporativo. Esse foi o objetivo de Haroldo Guimarães Brasil ao escrever Avaliação Moderna de Investimentos. De forma didática, o autor apresenta várias metodologias práticas e instrumentos disponíveis entre os usuários da informática para analisar as formas de aplicações dentro da corporação.


Entre os temas abordados está o conceito EVA – Economic Value Added – e diferentes modelos de avaliação ou de apuração do valor justo da empresa. Outro conteúdo importante é a cesta de projetos sob condição de racionamento débil. Baseado em métodos de programação linear, esse item tem como função desenvolver o raciocínio lógico, fato que justifica a aplicação de padrões de seleção menos triviais.

Além disso, Haroldo também destaca o problema do risco por meio das árvores de decisão e, ainda, o modelo de precificação de opções, muito útil na avaliação de projetos de investimentos e de empresas.


Por esses aspectos, Avaliação Moderna de Investimentos é um livro relevante para analistas financeiros, consultores, professores e estudantes de programas de MBA na área de finanças e/ou general management.


Público-Alvo: Obra relevante para o público interessado em finanças de modo geral.

Autor: Haroldo Guimarães Brasil, é Consultor de Empresas de Telecomunicações, Energia Elétrica, Engenharia, Siderurgia e Instituições Financeiras. É também PhD em Economia pela UFRJ e MSc em Administração pela UFMG. Professor do IBMEC e coordenador do MBA Executivo em Finanças. Atualmente é diretor da Strategor, organização de consultoria e treinamento, e AtClass, corporação de e-learning.

Berço de Ouro - Uma abordagem nova sobre finanças pessoais

Berço de Ouro





Acredite: seu filho pode tornar-se um milionário! E, quando isso acontecer, é importante que ele esteja preparado para tirar o máximo de proveito dessa condição. Primeiro, porque de nada adianta ter todo o dinheiro do mundo e ser infeliz. Depois, é necessário e fundamental que a riqueza seja sustentável e duradoura.

Muitas pessoas ricas perdem tudo o que têm porque lhes falta alfabetização financeira. Com esse pensamento, Carlos von Sohsten escreve Berço de Ouro, uma abordagem inteiramente nova sobre finanças pessoais. Na obra, o foco do assunto é a educação da criança. O que pais, avós, professores e educadores podem fazer para garantir um futuro de conquistas e autorealizações para seus filhos, netos e alunos. Tudo através de exemplos do dia a dia que exalam sentimentos positivos e são recheados de sabedoria de vida.


Berço de Ouro é uma obra que vai além das simples conquistas materiais: é um presente que você pode dar para alguém que ama.


Público-Alvo: Ideal para as pessoas que desejam aprender a administrar melhor seus bens.


Autor: Carlos von Sohsten é administrador de empresas, especializado em Finanças, Controladoria e Marketing pela FGV. É também Leader Trainning e Master Practitioner em PNL. Foi professor universitário e executivo em importantes organizações. Atualmente, é consultor da área de Orientação Empresarial do SEBRAE e Diretor-Presidente da ONG Hiram de Andrade, além de consultor de finanças pessoais e palestrante.


Dados Técnicos:


Preço: R$ 35,00


ISBN: 978-85-7303-675-3


Número de Páginas: 216


Formato: 16 X 23 cm





PRESIDENTE DO CRC SP, DOMINGOS CHIOMENTO, FALA SOBRE A CARREIRA CONTÁBIL NA REDE GOSPEL DE TV

Nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro de 2009, o novo presidente do CRC SP, o Contador Domingos Orestes Chiomento, gravou entrevista para o programa Diário de Notícias, da Rede Gospel de Televisão, que será apresentado hoje, entre 18h20 e 18h40, pela Net (canal 28), TVA (canal 21) e UHF (canal 53), além de outras retransmissoras em todo o Brasil.

Chiomento falou sobre a carreira contábil e a gestão 2010-2011, que tem um plano de trabalho voltado para a Educação Profissional Continuada e a valorização da profissão; a criação da Comissão Científica, para divulgação das novas Normas Internacionais de Contabilidade aplicadas no País; o término da reforma do prédio anexo à sede e o projeto do CRC SP sem papel, em respeito ao meio ambiente.

Juntamente com o presidente da entidade, o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional, Gildo Freire de Araújo, participou do programa e destacou a carreira contábil.

Home-page : www.crcsp.org.br E-mail : rocheli@crcsp.org.br
Texto resumo da postagem.

Restante do texto que só aparece depois de clicar em “Leia mais!”.

SER EMPREENDEDOR - PENSAR, CRIAR E MOLDAR A NOVA EMPRESA

Livro lançado pela Editora Saraiva incentiva empreendedorismo.

Este livro pretende incentivar as pessoas de todas as idades a, pelo menos, considerar a possibilidade de se tornarem empreendedoras e iniciar seu próprio negócio. Assim, o livro não é dedicado ao desenvolvimento de novas teorias ou novas teorias ou novos modelos conceituais, tampouco tem vocação exclusivamente acadêmica. Embora, a princípio, ele tenha sido escrito voltado para um público-alvo, constituído principalmente por jovens estudantes nos diferentes cursos em que exista a disciplina de empreendedorismo, a verdade é que a obra pretende ser útil a todo aquele que queira Ser Empreendedor.

A viagem em que o leitor vai embarcar ao ler este livro conjuga a concentração em aspectos um pouco mais teóricos, com alguns exemplos, e pequenos exercícios práticos que ajudam a pensar sobre o tema.

Na sociedade contemporânea, o empreendedorismo é uma alternativa muito razoável ao emprego assalariado, além de ser uma forma interessante de realização do ser humano - indivíduo e cidadão. Os autores falam do empreendedorismo não só como forma de ganhar o dinheiro necessário para as despesas do dia a dia, mas também como fonte de realização pessoal e profissional.

O que verdadeiramente distingue os empreendedores é a sua necessidade de fazer, de realizar, de criar e implementar ideias, de aceitar o desafio para ser patrão de si próprio. Ora, muitos de nós, senão todos, temos essas motivações.

Sobre os autores:Manuel Portugal Ferreira é doutor em Business Administration pela David Eccles School of Business, da Universidade de Utah, EUA; MBA pela Universidade Católica de Lisboa e licenciado em Economia pela Universidade de Coimbra.

João Carvalho Santos é doutorando em Gestão da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e licenciado em Gestão pelo Instituto Politécnico de Leiria.

Fernando A. Ribeiro Serra é doutor em Engenharia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

GERAÇÃO Y MUDA AMBIENTE NAS AUDITORIAS E CONSULTORIAS - POR MARCELO GONÇALVES

Esta "nova" geração, chamada de Geração Y é composta essencialmente por jovens de 18 a 30 anos, possui algumas características marcantes que têm provocado mudanças importantes no mercado de trabalho, especialmente para as empresas que apostam na formação de novos talentos, como é o caso das auditorias e consultorias.

Usualmente, quando se fala da geração Y logo a associamos a características como: domínio de recursos tecnológicos, como internet e telefonia celular; capacidade de conduzir tarefas simultâneas; impaciência e aversão a trabalhos sem resultado rápido, claro e mensurável. Dessa geração, não se espera a antiga paciência e compreensão ao explicar-lhes as regras de promoção na empresa, baseadas na sucessão ou aposentadoria de seus atuais gestores. Esta geração quer tudo ao mesmo tempo, e de preferência agora!

No mercado de auditoria, onde um trainee tem em média 23 anos e muitos acabam de sair da faculdade, não há mesmo como negar a presença cada vez maior da Geração Y. O que, para muitos, ainda é uma tendência a ser estudada, para empresas deste segmento é uma realidade cada vez mais presente. E, considerando o plano de carreira acelerado da profissão, logo eles ocuparão cargos de liderança e direção, se já não ocupam. Mas, é bom frisar que, só com muito empenho esta liderança será conquistada.

Se, por um lado, esta geração esbanja disposição, falta-lhe experiência e maturidade. Seus conhecimentos de internet e capacidade de conduzir multitarefas podem ser confundidos com distração e falta de foco. E sua informalidade com insubordinação. É exatamente nesses pontos que os jovens precisam se concentrar se realmente almejam uma rápida ascensão dentro das auditorias e consultorias. Para crescer profissionalmente não basta querer, é preciso estudar, receber treinamento, conhecer a fundo o trabalho e absorver a experiência dos mais velhos. E isso só se consegue com dedicação. É certo que as companhias já se adaptaram a essa nova realidade, afinal, há pelo menos cinco anos os componentes desta geração já estão no mercado de trabalho. Os jovens profissionais, por sua vez, também precisam aceitar as normas da organização onde trabalham. Dessa forma, empresa e colaborador sairão ganhando.

A Geração Y cresceu ouvindo termos como responsabilidade social, crescimento sustentável, globalização, ética e transparência. Estes valores estão presentes em suas crenças e eles não esperam nada menos do que isso de seus superiores e das organizações que representam. Do contrário, rapidamente se moverão, na mesma velocidade em que sua rede pessoal de contatos flui.

Esta situação obriga as empresas a reverem algumas de suas posturas. Os antigos e formais canais de comunicação mudaram, hoje é tudo eletrônico. Nas reuniões periódicas com a liderança, o papo livre, franco e direto é estimulado. As avaliações formais e protocolares de desempenho são substituídas por planos individuais de desempenho, acompanhados por programas de coaching ou mentoring, que permitem a obtenção dos desejados feedbacks.

Esta nova dinâmica tem exigido das empresas uma resposta consciente, adaptando seus processos à nova realidade, transformando profundamente sua forma de atuação. Não se trata de uma onda ou de uma tendência, mas sim do processo de evolução. Afinal, a geração Y não está à nossa porta, mas está dentro de nossas empresas.

Marcelo Gonçalves é diretor de Operação e de Recursos Humanos da Terco Grant Thornton, auditoria e consultoria.

FAZER DIFERENÇA EM MEIO A MULTIDÃO

Sempre apoio a divulgação de bons livros. Concordo que Mario Sergio Cortella é um dos maiores palestrantes do país. Desejo sucesso ao autor e à editora nesse lançamento, o qual espero ler em breve.

Infelizmente, no nosso país, pessoas dizem não terem tempo para ler, mas ficam diariamente horas assistindo ao "besteiról televisivo".


O que a vida me ensinou - Se você não existisse, que falta faria?


O mês de janeiro também é conhecido por ser o mês das promessas, em que as pessoas realizam o balanço de sua vida e comprometem-se a modificar inúmeras atitudes tomadas nos anos anteriores. São dietas, academias, revolução no trabalho e comportamentos que incomodam não apenas aos outros, mas principalmente quem às pratica, sempre na intenção de tornarem-se pessoas melhores.

Fazer diferença em meio a multidão não é uma tarefa fácil, são poucos os que garantem a característica de único ou inconfundível. Talvez quando traçar as metas neste início de ano inclua esta nova alternativa, fazer diferença em tempos modernos. Porém é simples dizer quem são os mais importantes palestrantes, publicitários, médicos, professores, artistas ou empresários brasileiros - mas poucas pessoas sabem dos obstáculos, dilemas e medos que essas pessoas enfrentaram para se tornarem o que são hoje.

Há quem diga que o que determina a vida de uma pessoa não é necessariamente o que acontece com ela, mas sim como essa pessoa reage e age diante do que acontece.
Esta é umas das lições que o livro "O que a vida me ensinou - Se você não existisse, que falta faria?" ensina a quem pretende fazer a diferença entre os demais. Cortella "filosofa" sobre os episódios mais marcantes de sua vida com o pai, a mãe, os avós, com a adversidade, desafios, solidão, perdas, frustração, vitórias, amor, medo, arte, recomeço, constrangimento. Além disso, reflete sobre a razão de estar vivo: amor e paixão; saudade e nostalgia; exposição e anonimato; felicidade e tristeza, temas fundamentais a toda pessoa que busca o seu lugar no mundo.

O autor, um dos melhores palestrantes do Brasil, trará às pessoas e suas relações, o que faz uma pessoa ser o que é, por que algumas pessoas dão certo e outras não e outros pontos de reflexão do ser humano.

A coleção "O que a vida me ensinou", lançada pela Editora Saraiva, trará nomes conhecidos e experiências por eles vividas, no qual será revelada as principais experiências, episódios e desafios que nortearam as pessoas que hoje se tornaram ícones no mercado.

Sobre o autor:
Mario Sergio Cortella é mestre e doutor em Educação pela (PUC-SP); docente consultor e autor de diversos livros na área de Filosofia, Ciências da Religião, Ética e Responsabilidade Social, Educação e Gestão de Conhecimento.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CRC SP REGULAMENTA TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA ENTRE ESCRITÓRIOS CONTÁBEIS

Para facilitar o trabalho de fiscalização nas organizações contábeis e com o intuito de valorizar a profissão, assegurar a conduta ética e profissional da classe contábil, o CRC SP editou a Resolução nº 1.040, de 30 de novembro de 2009, que aprova o Termo de Transferência de Responsabilidade Técnica.

O Termo de Transferência de Responsabilidade Técnica deverá ser preenchido pelo novo responsável técnico em três vias. Ele guardará uma das vias e deverá entregar uma ao cliente e outra ao responsável técnico anterior

Quando for realizada a transferência, o responsável técnico anterior deverá entregar ao novo responsável os documentos, livros fiscais, livros contábeis e arquivos magnéticos, em prazo estabelecido em cláusula rescisória do contrato de prestação de serviço. Caso tal prazo não tenha sido determinado no documento, ele será de 60 dias.

A documentação deverá ser acompanhada de protocolo de entrega, em duas vias, com remetente, destinatário, descrição dos documentos, referência do período, data de entrega e de recebimento, local para identificação de quem recebeu o material e espaço para assinatura.

As obrigações tributárias acessórias, cujo período de competência tenha decorrido na vigência do contrato de prestação de serviços do responsável técnico anterior, devem ser cumpridas por ele, mesmo que o prazo de vencimento da exigência seja posterior ao da vigência do contrato. Tal cumprimento pode ser dispensado se for especificado em contrato.

Caso o novo responsável encontre erros, atos e omissões infringentes de normas técnicas ou de dispositivos legais referentes ao período de competência do responsável anterior, deverá comunicar ao cliente, por escrito, para que sejam tomadas providências.

Além das explicações sobre o Termo, estão anexados à Resolução CRC SP nº 1.040/09 os modelos do Termo de Transferência de Responsabilidade Técnica a ser preenchido e o de Autorização de Transferência de Serviços Contábeis e de Serviços Acessórios.

O texto na íntegra pode ser acessado no Portal do CRC SP (www.crcsp.org.br).

GRANT THORNTON É A AUDITORIA E CONSULTORIA QUE MAIS DÁ OPORTUNIDADES PARA JOVENS, MOSTRA PESQUISA

Realizado nos Estados Unidos, estudo de site dedicado a carreira profissional indica a auditoria e consultoria como uma das empresas que mais dá chances para a Geração Y; no Brasil, programa de trainees começa em fevereiro

Uma pesquisa feita pelo site Brazen Careerist - com metodologia própria - mostrou as empresas nos Estados Unidos que dão mais chances à geração Y (jovens entre 18 a 30 anos, que querem crescer profissionalmente de forma rápida). A Grant Thornton, empresa de auditoria e consultoria representada no Brasil pela Terco Grant Thornton, foi a melhor colocada de seu no segmento, ficando entre as 10 primeiras no ranking geral.

De acordo com Marcelo Gonçalves, diretor de Operações e Recursos Humanos da Terco Grant Thornton, estar entre as 10 melhores é motivo de grande satisfação. "O grande diferencial da Grant Thornton é o tamanho da estrutura. Ela permite que o profissional tenha mais visibilidade, especialmente os jovens. Com mais visibilidade, as chances de crescimento profissional são maiores", afirma. "Além disso, a carreira de auditor e consultor atrai estes profissionais não só pelos desafios, mas também pela rapidez com que eles podem ser promovidos", explica.

Em fevereiro a Terco Grant Thornton vai abrir inscrições para o seu programa de trainees. No ano passado, foram mais de 12 mil inscritos para ocupar as 120 vagas oferecidas para trabalho nos escritórios de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Goiânia e Belo Horizonte.

Os resultados completos da pesquisa americana podem ser vistos no site http://www.brazencareerist.com/top-50

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO - SE APROVADA, O QUE ACONTECE?

Em tramitação no Congresso Nacional, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 231/95) estabelece a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem a diminuição dos salários. A proposta prevê ainda o aumento do adicional da hora extra de 50% para 75% do valor da hora trabalhada.


Por um lado, a ideia traz esperança para milhares de profissionais desempregados que acreditam que a redução de jornada semanal abrirá novas vagas na indústria e no comércio. Por outro, entidades patronais e consultores de diferentes frentes alertam que, ao contrário do que se pretende, a medida não estimulará a criação de empregos. Segundo os empresários e entidades patronais, a mudança elevará os custos da produção indistintamente em todas as empresas, atividades e regiões do país.

O tema gera controvérsias. Alguns até acreditam que a medida pode gerar algumas novas vagas, mas que a maioria das empresas vai acabar ajustando seus horários e quadro de colaboradores á nova exigência, para não gerar novos custos e isso, sem dúvida, acabará comprometendo sua produtividade.

Ruy Cortez de Oliveira, diretor do Kaizen Institute Brasil, pode ser fonte para esse tema. A metodologia Kaizen é focada na melhoria de produtividade e na integração de sistemas e processos que reduzam em até 50% das perdas, conforme o setor e a configuração da empresa. Com a aprovação da PEC 231/95 o caminho para as indústrias e empresas em geral será investir fortemente na melhoria de seus processos de produção para não comprometer sua competitividade nos seus respectivos nichos de mercado.

O Kaizen Institute Brasil tem entre seus clientes - Alcoa, Avon, Sadia, Votorantim Metais, Pirelli Pneus e outros. www.br.kaizen.com

RECURSOS HUMANOS - UMA ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL - PESQUISA TOWERS WATSON

Pesquisa da Towers Watson realizada com 133 grandes empresas dos mais diversos segmentos identificou as tendências e melhores práticas em gestão de talentos, a partir da análise sobre as principais ações - modelo de competências, avaliação de desempenho, avaliação de potencial, ações de treinamento e desenvolvimento e retenção de talentos -, bem como as perspectivas de mercado na América Latina.


Segundo a consultora sênior Jucila Gosling, responsável pelo estudo, "na medida em que os negócios evoluem e se expandem, os RHs enfrentam desafios cada vez mais complexos, decorrentes da globalização e da competição crescentes, e a gestão de talentos torna-se uma prática essencial para apoiar os líderes na sua atração e retenção como forma de gerar diferencial competitivo e contribuir para a longevidade da organização".


As principais conclusões do trabalho foram:

- Práticas de Gestão de Talentos difundidas e atingindo maturidade;
- A crise não afetou a maioria das práticas de gestão de talentos. Apenas parte das empresas realizou reduções nos investimentos e ações em treinamentos; e
- Integração das práticas segue como o grande desafio ainda não alcançado.

Dentre as principais tendências, destacam-se:

- Preocupação em realizar ações individualizadas e diferenciadas para reter os talentos;
- Ações efetivas para absorver e melhor aproveitar a nova geração de profissionais; e
- Planos de retenção, sucessão e programas de coaching e mentoring;

A Towers Watson é uma empresa global líder em serviços profissionais que auxilia as organizações a melhorar seu desempenho através do gerenciamento efetivo de pessoas, finanças e riscos. Com 14.000 colaboradores, oferecemos soluções nas áreas de benefícios para empregados, talentos e recompensas, gerenciamento de risco e capital.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Balanços de 2010 trarão efeitos das novas normas de contabilidade

28/12 - 19:58 - Nelson Rocco, iG São Paulo


Investidores e analistas acostumados a ler balanços para avaliar o desempenho das companhias abertas terão um exercício extra a partir do primeiro trimestre do ano que vem: reciclar os conhecimentos de contabilidade. É que o sistema contábil brasileiro está convergindo para o modelo internacional, conhecido como International Financial Reporting Standards (IFRS). Por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as empresas com ações e títulos emitidos no mercado terão de usar a nova metodologia no balanço consolidado de 2010, que será entregue no início de 2011. Os balanços trimestrais do próximo ano, no entanto, já devem trazer as inovações.


Nesta segunda-feira, as regras para a adoção inicial das normas internacionais pelas companhias abertas brasileiras passaram a valer. A deliberação nº 609 da CVM foi publicada no Diário Oficial da União.


Muitos itens que compõem ativos, passivos e demonstrações terão de ser contabilizados de forma diferenciada, como bens e investimentos que determinada empresa tenha no exterior. Até a depreciação de máquinas e equipamentos será modificada. “Para 2010, o nível de divulgação das demonstrações financeiras das empresas terá de ser muito mais detalhado”, afirma Tadeu Cendon, sócio da firma de auditoria PricewaterhouseCoopers. "Isso é positivo."


A convergência para um sistema contábil único na Europa começou a ser planejada em 2002, mas já com data para entrada em vigor, em 2005. Mas as empresas só são obrigadas a adotar o IFRS nos balanços consolidados, que juntam as informações de um grupo empresarial, por exemplo, em uma única companhia. “Cada país da Europa está numa situação quanto a adotar o balanço consolidado ou não nas normas internacionais”, afirma Eliseu Martins, diretor da CVM e um dos integrantes do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), instituição criada em 2005 que tratou da adaptação das regras do IFRS à realidade brasileira. “No Brasil, estamos mudando os balanços individuais (de cada companhia de um grupo) para que o consolidado os espelhe.”


No País, a discussão ocorreu em paralelo à Europa, mas os prazos foram mais dilatados. As leis 11.638, editada no fim de 2007, e 11.941, deste ano, estabeleceram diversas modificações de forma a que a contabilidade se tornasse mais próxima da internacional. O CPC já aprontou todas as novas normas, mas algumas poucas ainda têm de passar pelo crivo da CVM.


Balanços trimestrais
Segundo Martins, as companhias abertas não estão obrigadas a entregar os balanços trimestrais de 2010 de acordo com a contabilidade internacional. Terão, no entanto, de elaborar apenas o balanço anual. Nesses casos, as companhias abertas, aquelas com ações em bolsa, têm de se justificar perante a CVM, informando os motivos pelos quais deixou de usar as novas regras. Quando entregar o balanço anual, deverá refazer os trimestrais pelos novos critérios e mandar junto.


Os investimentos em derivativos financeiros, que no fim de 2008 fizeram um estrago na vida de muitas companhias, agora têm de ser reconhecidos no balanço. Segundo Cendon, sócio da Price, a contabilização dos derivativos deve ser no resultado operacional, caso ele se destine à proteção de estoques, por exemplo. Se for um investimento financeiro, deve ir para o resultado financeiro.


Uma das mudanças que deve gerar polêmica quando os balanços começarem a retratar as contas pelas normas internacionais é o pronunciamento técnico 29 do CPC. Ele determina que produtos agrícolas vegetais e animais na colheita ou nascimento devem ser lançados no balanço pelo valor justo, ou seja, o valor de mercado. Segundo Edison Arisa, auditor e membro do CPC, a conta também engloba os ativos biológicos, como florestas, e deve ser lançada pelo valor de mercado no momento da produção, separado de eventual ganho ou perda no momento da comercialização.


Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

BIOTECNOLOGIA CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL

Se existem prioridades para o planeta temos considerar como prioridade zero as questões relativas ao meio ambiente. Temos que divulgar e promover ações que contribuam para o equilibrio e recuperação do meio ambiente. Será que ainda dá tempo? Nesta virada de ano assistimos algumas manifestações climáticas terríveis que podem ser apenas a ponta do iceberg.

O estrago ao meio ambiente está feito e continua a ocorrer. A conta pelo que tudo indica já começou a ser cobrada pela natureza.

A utilização de fontes renováveis de matérias primas é uma necessidade e deve ocorrer de forma a respeitar o meio ambiente, contribuindo e convivendo em harmonia com a fauna e flora. A Biotecnologia é uma das ferramentas contra o aquecimento global. Espero que esse setor encontre apoio do governo e políticas tributárias que contribuam para a viabilização dessas tecnologias.

Abaixo destaco interessante reliese publicado:

BIOTECNOLOGIA CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL

A Conferência do Clima em Copenhague (Dinamarca) reforça a urgência de novos caminhos na redução da emissão de gases poluentes e atitudes que diminuam as agressões ao meio ambiente. Nessa nova empreitada, empresas recém-criadas em São Carlos (a 230 km de São Paulo) buscam na Biotecnologia as respostas para esse desafio.

A Biomater é uma dessas empresas. Ela produz matérias-primas obtidas de fontes agrícolas renováveis para a indústria de embalagens sustentáveis. A companhia fabrica e fornece granulados à base de milho, batata e mandioca para a fabricação de artefatos plásticos e embalagens. A empresa aposta no crescimento do mercado internacional por matérias-primas de origem biológica, em substituição aos plásticos convencionais de origem fóssil.

A Vitrovita é outro exemplo que nasceu das experiências de universitários nos laboratórios da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da USP com pesquisas em biotecnologia. A empresa desenvolveu um produto para tratamento da hipersensibilidade dentária que já se encontra em processo de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Synbeeosis também traz inovações biotecnológicas para o mercado. A companhia criou um produto para retirada de óleo da água em acidentes de derramamento. "É um material hidrofóbico, que rejeita a água e absorve o petróleo", explica Cláudio Dezidério, diretor da empresa. O Canadá é o maior exportador de um produto similar, mas que absorve quantidade menor do petróleo. "Nosso produto absorve até 40 vezes mais do que seu peso, desde que mesclado a alguns outros produtos", ressalta Dezidério. A Synbeeosis tem ainda outros produtos, como uma urna funerária que evita a contaminação do meio ambiente, e placas hidropônicas com novos materiais. "O caminho não é o reciclável, mas o compostável", aponta o empresário.

E-mail : edmir@libris.com.br

domingo, 3 de janeiro de 2010

PROJEÇÕES GERAIS FECOMERCIO 2010 PARA PIB, IPCA E CÂMBIO

Abaixo destaco reliese da FECOMERCIO, particularmente acredito num crescimento de PIB superior a 5%, podendo superar 6%, isso se não ocorrerem acontecimentos internacionais que remetam a novo agravamento da crise mundial que ainda não está resolvida.

Dentro de três cenários possíveis (provável, otimista e pessimista), a Fecomercio analisa alguns indicadores da economia brasileira, acreditando que o ano de 2010 será bastante positivo:

Produto Interno Bruto (PIB)

A projeção provável para a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) está entre 4,5% e 5%. No cenário otimista a perspectiva de aumento é de 6% e o pessimista de 3,5%.

A assessoria econômica da Fecomercio explica que há elementos para acreditar na expectativa de crescimento provável (entre 4,5% e 5%). Em primeiro lugar porque o País está crescendo a taxas maiores do que a média do ano de 2009. Em segundo, porque indicadores apontam para a manutenção do consumo e retomada do crescimento mais robusto do volume de crédito, portanto haverá estímulo para que a oferta se prepare para um futuro promissor.

Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)

O cenário provável é de que a inflação fique em 4,5%. Os mais otimistas acreditam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será de 4% e os pessimistas, 5,5%.

Segundo os analistas da Fecomercio, o cenário provável é o que tem 90% de chance de acontecer, já que o Banco Central tem se esforçado para manter a inflação dentro da meta. "Assim como o otimista, o quadro pessimista ocorre de um fato extraordinário, mas negativo, como, por exemplo, uma explosão do preço do petróleo ou uma guerra, fatos que o Banco Central não consegue resolver sozinho."

Câmbio

A expectativa mais provável é que a taxa de câmbio (valor do Real em relação ao Dólar) termine 2010 em R$ 1,80. A mais otimista é de R$ 1,75 e, a pessimista, de R$ 2,20.

Sobre a Fecomercio

A Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa 152 sindicatos patronais, que abrangem cerca de 600 mil empresas e respondem por 11% do PIB paulista - cerca de 4% do PIB brasileiro - gerando em torno de cinco milhões de empregos.

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