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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

UM EM CADA DEZ TIJOLOS VIRA ENTULHO EM CANTEIROS DE OBRAS NO BRASIL

Destaco abaixo interessante texto sobre desperdício na área de construção civil. Sempre destaquei nas minhas aulas que na área de contrução civil encontramos um nível de perda enorme. O deperdício em uma obra pode alcançar 30, 40% ou mais. Aliado a isso ainda existe o fato do Brasil estar na idade da pedra em termos de utilização de tecnicas modernas que envolvem " dry wall", utilização de materiais e equipamentos modernos que implicam em menores custos e maior qualidade.





DadosTamanho da fonte do Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana) da Prefeitura de São Paulo revelam que 10% de todos os materiais entregues em canteiros de obras são desperdiçados. Sistemas mais inteligentes, como a das Paredes Duplas, diminuem o entulho e são ecologicamente corretos
A imprecisão na compra, a ineficiência no processo de construção artesanal e os equívocos na elaboração e execução dos projetos, somados às perdas no transporte e no armazenamento, representam desperdício de 10% nos canteiros de obras no Brasil.
Todos os meses o Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana) da capital paulista recolhe cerca de 144 mil m³ de entulho. Extra-oficialmente estima-se que essa quantidade seja três vezes maior. Dos materiais descartados, 65% são produtos inertes como argamassas, concretos e telhas.
O fato chama a atenção de ambientalistas e vira problema de saúde pública em grandes centros urbanos, que encontra dificuldades na deposição dos resíduos. Em poucos anos, estima-se que a escassez de lugares para descarte elevará o preço para aterrar o material.
Além da reciclagem, que favorece o reaproveitamento do concreto estrutural de RCD (resíduos de construção e demolição) e de centrais dosadoras em relação aos tijolos cerâmicos e argamassas, a alternativa ecologicamente correta é o uso intensivo de sistemas inteligentes, automatizados, eliminando as improvisações nos canteiros e otimizando o custo.
O uso de sistemas construtivos como o das Paredes Duplas, por exemplo, garante o controle e o gerenciamento simplificado da obra, reduzindo o tempo efetivo de execução do projeto e envolvendo menos mão-de-obra, o que em última análise também significa menos riscos de acidentes. O layout fica enxuto, já que o sistema não requer estocagem de grandes quantidades de materiais.
Para Fabio Casagrande, diretor da Sudeste®, divulgar as vantagens construtivas e as possibilidades arquitetônicas é imperativo para que a industrialização do setor da construção no Brasil atinja níveis comparáveis a de países mais desenvolvidos. "A construção precisa de uma base lógica. Se você pega uma parede dupla, por exemplo, pode inserir materiais nos vãos, como resíduos de pneus agregados ao concreto, ajudando a diminuir o descarte de um material que já não teria serventia alguma".
De acordo com Casagrande, da tecnologia Paredes Duplas Sudeste® resultam peças com maior capacidade de carga, o que evita deformações e fissuras, patologias mais comuns no sistema construtivo convencional.
Quanto à geração de resíduos é importante que esta seja uma preocupação ainda na fase inicial do projeto, em sua concepção. A racionalização dos materiais e a eficiência serão determinantes para uma obra limpa e sem prejuízos, o que certamente garantirá economia no bolso e melhor qualidade de vida, em razão de menos poluição ao ambiente.

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