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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

VALE A PENA CONSULTAR NA INTERNET O PERFIL DE UM CANDIDATO A UMA VAGA DE TRABALHO? - POR RENATO GRINBERG

Os sites de relacionamento caíram no gosto dos brasileiros. Cada vez mais pessoas aderem a eles para se comunicar com os amigos ou realizar contatos profissionais, como aponta um levantamento feito do instituto Nielsen Online em 2009. Ele revelou que o Brasil é o que mais utiliza as redes sociais no mundo. Cerca de 80% dos internautas no país visitaram essas ferramentas e blogs em 2008, ultrapassando o número global de acessos, que equivale a 67%.


A tendência é aumentar ainda mais esse índice até o fim deste ano, pois o tema tem sido muito discutido pela mídia. Até mesmo as empresas se renderam ao hábito de utilizar redes, como o LinkedIn, em busca de potenciais candidatos. Também é feito o acesso ao Orkut, Twitter e Facebook para achar mais informações sobre os candidatos em processo seletivo. No entanto, sobre esse ponto é preciso chamar à reflexão. Seriam as redes sociais o ambiente mais apropriado para se conhecer melhor um candidato?


De fato, isso pode ajudar a conhecer melhor as preferências e algumas características dele. Mas, por outro lado, o conteúdo colocado na maioria das redes de relacionamento são para fins pessoais e informais, o que pode não retratar precisamente a postura que o profissional adota em um ambiente de trabalho. Outro fator importante é que essa investigação online pode gerar certo preconceito no primeiro contato e até desperdiçar a oportunidade de se contratar potenciais talentos para a empresa.


Obviamente, que se uma pessoa faz parte de grupos que denigrem sua imagem profissional como, por exemplo, grupos chamados "Eu não gosto de trabalho" ou "Eu não gosto de acordar cedo", isso permite que a empresa descarte esse candidato de imediato, pois no mínimo, lhe falta bom senso.


Por outro lado, é compreensível que, principalmente os jovens, tenham fotos com os amigos bebendo ou se divertindo de uma maneira que nem sempre é apropriada para um ambiente profissional. Por isso, não se deve tirar conclusões precipitadas sobre eles. Existem técnicas para conhecer o perfil das pessoas e saber se elas estão adequadas à vaga por meio da entrevista pessoal ou dinâmica de grupo.


Mas, se mesmo assim, as companhias optarem pelo uso das redes sociais para esse fim, aconselho que façam em um momento posterior à última etapa da entrevista, depois de conversar com os candidatos pessoalmente. Isso para que o preconceito e a formação de opinião por esse método sejam evitados.


Sobre esse assunto, um dos maiores questionamentos é a ética e a invasão de privacidade. As empresas tem direito de investigar a vida dos candidatos que concorrem a uma vaga ou até mesmo de seus funcionários? A partir do momento que uma pessoa divulga fotos, vídeos e informações sobre sua vida por vontade própria nas redes sociais, a resposta é sim, pois essas informações são públicas e podem ser acessadas por qualquer pessoa em todo o mundo. Mas em definitivo, as informações disponíveis em rede não devem ser as primeiras a serem consideradas para uma tomada de decisão sobre qual o melhor profissional e o que ele pode oferecer para o mercado de trabalho.

O MEDO DE ERRAR

Transcrevo abaixo um bom artigo sobre "o medo de errar".
Uma das piores coisas para um gestor é ter na sua equipe colaboradores exitantes e medrosos. Todavia o comportamente do gestor, que muitas vezes exige elevado nível de acurácia de sua equipe e é extremamente inflexível quando se trata de lidar com erros.
É fato que aprendemos com os erros, mas em um processo estruturado, elevada quantidade de erros pode gerar consequências terríveis.

Nós gestores devemos adotar postura que contribua para que os funcionários não sejam medrosos, de forma a se sentirem a vontade para externarem suas sentimentos. Todavia isso deve ser feito de forma profissional, o que envolve momento e comunicação adequada.

Uma coisa é certa, a forma de agir dos gestores pode em muito inibir as iniciativas e contribuir para criação de um clima de medos e desconforto.


É por causa deste sentimento que muitas pessoas atingem seus objetivos profissionais e pessoais com êxito. Já a forma exacerbada em busca da perfeição em resolver os próprios problemas e os dos outros, contudo, pode causar hostilidades e atrair sentimentos negativos.
Durante a vida, erros e acertos fazem parte do processo de evolução do ser humano, seja no campo profissional, na vida amorosa, no relacionamento entre amigos etc. Há pessoas, porém, que não conseguem encarar o erro como uma oportunidade de reflexão e crescimento, demonstrando verdadeiro pavor e problemas físicos só de pensar nesta possibilidade, mesmo que o erro seja cometido por outra pessoa.

Quem não aceita a possibilidade de falhar, geralmente tem uma característica bastante peculiar, ou seja, a vaidade exacerbada não permite que outra pessoa realize alguma tarefa no seu lugar, pois existe a insegurança de que alguém próximo cometa alguma falha que poderia ser evitada. "Neste estágio em busca da perfeição, o medo de errar passa a ser uma cautela exagerada. Uma vez que existe a possibilidade de planejamento, entretanto, mesmo assim é possível que aconteça algum problema, que faz parte da vida, o que é um processo natural. Há pessoas, porém, que não aceitam o próprio erro, nem dos demais que a rodeiam, a ponto de assumir compromissos e tarefas que correspondem aos outros", comenta a psicoterapeuta e diretora do Instituto de Terapia Avançada AMO, Maura de Albanesi.


A pessoa que se compromete em resolver tudo, as suas tarefas e a dos outros, afirma a psicoterapeuta, provavelmente somatizará no seu corpo toda a tensão e estresse que essas atividades extras trarão para o seu dia-a-dia, como dor nas costas, no corpo, tendinite, insônia, entre outras consequências. "Essa pessoa ficará muito preocupada em acertar, para não decepcionar ou prejudicar o colega cujas tarefas e a confiança do amigo ele assumiu. Desta forma, surgirá uma autocobrança implacável para não falhar", alerta a Dra. Maura.


O medo de errar tem o seu lado bom, afirma a especialista. Esta maneira de encarar a vida, geralmente, proporciona satisfação do ego, da vaidade e, sobretudo, a satisfação em resolver bem os seus problemas e dos outros. Agora, todavia, quando uma tarefa não é resolvida satisfatoriamente, essa pessoa poderá entrar em depressão, a ponto de não conseguir se reerguer tão cedo. "Isso acontece devido ao fato do perfeccionista só enxergar o lado ruim de uma derrota, ou seja, não consegue visualizar a possibilidade de buscar outros caminhos para chegar ao resultado final com mais sucesso", explica a psicoterapeuta.

Causas e conseqüências do perfeccionismo
Nas últimas semanas, a mídia publicou maciçamente a notícia de que o cantor Michael Jackson não teve uma infância comum, isto é, ao invés de estar rodeado de amigos da mesma idade e brinquedos, ele tinha que, obrigado pelo pai, ensaiar e cantar perfeitamente como os irmãos mais velhos, que formavam com ele o grupo "Jackson Five". Essa situação provocou uma cobrança muito grande no inconsciente dele, obrigando-o a ser igual aos irmãos, não podendo falhar e decepcionar o pai, apesar de que, devido ao fator idade, o limite dele estava muito aquém em comparação aos demais. "Ele deve ter sentido muita pressão, cobrando-se para ser igual aos demais do grupo. A partir do momento que você é uma criança no meio de adultos, o seu referencial está muito além da sua capacidade. Essa situação pode desencadear problemas psíquicos e físicos durante a fase adulta. Portanto, muitas vezes, o medo de errar está ligado a alguma coisa que aconteceu na infância, mas, no caso do cantor, foi uma cobrança dos pais para que ele não errasse, e não do seu próprio ego", analisa a Dra. Maura.

A especialista, entretanto, faz uma explicação mais detalhada das características da pessoa que tem eminente medo de falhar. Segunda ela, quem se julga capaz de resolver tudo com perfeição, se coloca num tufão de vibrações, ou seja, num funil que absorverá os sentimentos e emoções de todas as pessoas que a cercam. A partir deste momento, o perfeccionista não conseguirá dizer "não" para ninguém, entendendo que todos os problemas passarão a ser dele, e não mais de quem pediu ajuda, pois o prazer desta pessoa é resolver tudo. "O problema da esposa, do filho, do amigo, é dele. Ele passa ser uma força canalizando, puxando tudo para si, a ponto de provocar um distúrbio físico até o corpo não aguentar mais. Na oportunidade que essa pessoa tiver para o lazer e curtir a vida, vai preferir dormir a se reabastecer com outras atividades prazerosas", observa a psicoterapeuta.

Tratamento
A psicoterapia visa ajudar a qualquer pessoa a enxergar o lado positivo e negativo de um erro. O lado bom, por exemplo, é que muita gente só conquista seus objetivos por causa desta vaidade exorbitante. Entretanto, o tratamento vai ajudar essa pessoa a ser um pouco mais flexível e perceber, explica a Dra. Maura, centralizar tarefas e canalizar energias não é bom para ninguém, nem para ela mesma, porque, a princípio, as pessoas que estão sendo ajudadas ficam acomodadas, porém, logo, se sentirão invadidas e sendo desprezadas. Acreditando que está fazem um bem, o perfeccionista tira a capacidade do outro em resolver o seu problema, interferindo no crescimento e amadurecimento deste.
"A pessoa que deixar de crescer sentirá uma raiva camuflada da pessoa que, na realidade, está tentando ajudá-la. Quando a situação chega a este ponto, essas duas pessoas estarão ligadas energeticamente, ou seja, o ajudado vai mentalizar sentimentos ruins em relação à pessoa que quer fazer tudo, "enviando" todas as suas vibrações negativas para o outro", diz a psicoterapeuta. A Dra Maura ainda diz que a terapia vai ajudar o perfeccionista a enxergar essa interferência. No decorrer do tratamento, ele mesmo perceberá como funcionam as vibrações das pessoas que são "ajudadas" e as leis da vida, isto é, de que maneira ele está tirando a possibilidade do outro crescer, lesando-o, sempre quando diz: deixa que eu faço. (Veja a ilustração ao lado)

"Enquanto o perfeccionista continuar atraindo e canalizando energias dos outros, o tratamento clínico será paliativo, os sintomas físicos continuarão até ele entender como funcionam as vibrações do universo. Na hora que ele parar de se cobrar e aceitar que pode errar e também delegar tarefas para os outros, o "funil de energias" deixará de estar sobre seu campo energético, passando, desta maneira, a ter uma vida mais flexível e tranquila", finaliza a especialista.
Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC. Diretora do Instituto de Psicologia Avançada AMO.
http://www.mauradealbanesi.com.br

UM EM CADA DEZ TIJOLOS VIRA ENTULHO EM CANTEIROS DE OBRAS NO BRASIL

Destaco abaixo interessante texto sobre desperdício na área de construção civil. Sempre destaquei nas minhas aulas que na área de contrução civil encontramos um nível de perda enorme. O deperdício em uma obra pode alcançar 30, 40% ou mais. Aliado a isso ainda existe o fato do Brasil estar na idade da pedra em termos de utilização de tecnicas modernas que envolvem " dry wall", utilização de materiais e equipamentos modernos que implicam em menores custos e maior qualidade.





DadosTamanho da fonte do Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana) da Prefeitura de São Paulo revelam que 10% de todos os materiais entregues em canteiros de obras são desperdiçados. Sistemas mais inteligentes, como a das Paredes Duplas, diminuem o entulho e são ecologicamente corretos
A imprecisão na compra, a ineficiência no processo de construção artesanal e os equívocos na elaboração e execução dos projetos, somados às perdas no transporte e no armazenamento, representam desperdício de 10% nos canteiros de obras no Brasil.
Todos os meses o Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana) da capital paulista recolhe cerca de 144 mil m³ de entulho. Extra-oficialmente estima-se que essa quantidade seja três vezes maior. Dos materiais descartados, 65% são produtos inertes como argamassas, concretos e telhas.
O fato chama a atenção de ambientalistas e vira problema de saúde pública em grandes centros urbanos, que encontra dificuldades na deposição dos resíduos. Em poucos anos, estima-se que a escassez de lugares para descarte elevará o preço para aterrar o material.
Além da reciclagem, que favorece o reaproveitamento do concreto estrutural de RCD (resíduos de construção e demolição) e de centrais dosadoras em relação aos tijolos cerâmicos e argamassas, a alternativa ecologicamente correta é o uso intensivo de sistemas inteligentes, automatizados, eliminando as improvisações nos canteiros e otimizando o custo.
O uso de sistemas construtivos como o das Paredes Duplas, por exemplo, garante o controle e o gerenciamento simplificado da obra, reduzindo o tempo efetivo de execução do projeto e envolvendo menos mão-de-obra, o que em última análise também significa menos riscos de acidentes. O layout fica enxuto, já que o sistema não requer estocagem de grandes quantidades de materiais.
Para Fabio Casagrande, diretor da Sudeste®, divulgar as vantagens construtivas e as possibilidades arquitetônicas é imperativo para que a industrialização do setor da construção no Brasil atinja níveis comparáveis a de países mais desenvolvidos. "A construção precisa de uma base lógica. Se você pega uma parede dupla, por exemplo, pode inserir materiais nos vãos, como resíduos de pneus agregados ao concreto, ajudando a diminuir o descarte de um material que já não teria serventia alguma".
De acordo com Casagrande, da tecnologia Paredes Duplas Sudeste® resultam peças com maior capacidade de carga, o que evita deformações e fissuras, patologias mais comuns no sistema construtivo convencional.
Quanto à geração de resíduos é importante que esta seja uma preocupação ainda na fase inicial do projeto, em sua concepção. A racionalização dos materiais e a eficiência serão determinantes para uma obra limpa e sem prejuízos, o que certamente garantirá economia no bolso e melhor qualidade de vida, em razão de menos poluição ao ambiente.

O QUE O SEU PERFIL NO ORKUT DIZ SOBRE O SEU LADO PROFISSIONAL?

As comunidades que participa e o que escreve podem prejudicar a sua imagem na empresa ou até em uma entrevista de emprego. Especialista em mercado de trabalho fala sobre o assunto e ajuda a identificar os pontos negativos na sua página pessoal


São Paulo, setembro de 2009 - O Orkut é um site de relacionamentos muito utilizado pelos brasileiros e nele pode ser acrescentado ao perfil o que quiser. Além disso, também é possível participar das mais diversas comunidades que se tenha interesse e familiaridade. "Mas o problema é quando isso invade a vida profissional", diz Renato Grinberg, diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br. "Comunidades como 'Eu odeio trabalhar' e 'Detesto receber ordens', por exemplo, podem agregar valor negativo à imagem do funcionário", acrescenta.


Por isso, é preciso tomar cuidado com o que é colocado na internet, pois a visibilidade é muito grande. O Orkut, em especial, domina o mercado de redes sociais no Brasil com, aproximadamente, 18 milhões de usuários no país, segundo dados fornecidos pelo Google. Isso corresponde a 51% dos usuários da ferramenta em todo o mundo. E hoje não só jovens utilizam a ferramenta, como era quando ela surgiu, em 2004, mas também pessoas mais velhas, que já se comunicam por meio dele.


Para que seu Orkut não o prejudique, Renato Grinberg apresenta perfis comuns entre os usuários que precisam ter atenção redobrada para não gerar conseqüências à imagem profissional. E alerta: "Caso se identifique com alguns deles, cuidado! Pode estar na hora de mudar".


O preguiçoso - É aquela pessoa que diz odiar acordar cedo e assume não gostar de trabalhar. Normalmente, o preguiçoso participa de várias comunidades que visam confirmar essa característica. As mais comuns são: "Eu odeio acordar cedo" e "Se trabalho fosse bom não era pago";

O acomodado - "Se nada der certo viro hippie". Quase 300 mil pessoas compartilham do mesmo desejo caso seus planos não vinguem no futuro. O acomodado não possui ambição de crescer profissionalmente e está feliz na posição que ocupa na empresa. A impressão que passa ao chefe ou recrutador é de que essa pessoa não tem visão de futuro que possa contribuir para o crescimento da companhia;

O bitolado - Essa é uma pessoa que gosta somente de uma coisa em específico. Pode ser um gosto musical, ideais e até mesmo uma única visão para a área de atuação. Isso é revelado nas diversas comunidades que participa sobre o mesmo tema, nas fotos e também na descrição do perfil escrita pelo usuário. Todos temos preferências, mas é preciso tomar cuidado para não parecer inflexível;

O baladeiro - Ele faz questão de mostrar a todos que gosta - e muito - de festas. Até então não há problemas, essa é uma questão pessoal que não influencia no trabalho. Mas a questão se agrava quando a situação é exagerada e as comunidades mostram irresponsabilidade. Como por exemplo: "Da balada ao trabalho" e "Eu trabalho de ressaca". Com isso, essa pessoa mostra ser irresponsável e que não se importa com bom desempenho no dia seguinte;

O reclamão - É aquela pessoa que reclama de tudo: da vida, do trabalho, dos compromissos, dos chefes e até mesmo dos amigos. Normalmente adere a diversas comunidades que começam com "Eu odeio", é pessimista e nunca está satisfeita. Imagine se o seu chefe olha seu Orkut e, de repente, encontra a comunidade "Eu odeio meu chefe". O mais curioso é que as pessoas já sabem que correm esse risco e aderem à "Socorro, meu chefe está no Orkut!". Assim sendo, é melhor rever seu perfil para que seu trabalho não seja comprometido.

Como ressalta Grinberg, é importante esclarecer que não precisamos esconder nossas preferências aos amigos nas redes sociais, mas é importante ter cautela. "As informações pessoais tornaram-se públicas, uma vez que inseridas e disponibilizadas na internet. Isso quer dizer que qualquer pessoa pode ter acesso", diz. "Não vejo problemas em mostrar sua personalidade por meio desses sites de relacionamento, mas antes de tudo, use o famoso bom senso", recomenda.

PEQUENAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES PODEM SER BENEFICIADAS PELA SIMPLIFICAÇÃO DO IFRS

Normas anunciadas do Internacional Accounting Standard Board (IASB) podem ajudar na melhoria da gestão e garantir crescimento sem traumas, diz Sispro

As grandes companhias de capital aberto ou limitado que necessitam atender à lei 11.638 já estão caminhando rumo à convergência contábil internacional prevista para 2011. Para as pequenas e médias empresas de logística e transporte esta convergência pode trazer a mudança necessária no modo como os administradores tocam seus negócios, a partir da aplicação das normas anunciadas pelo Internacional Accounting Standard Board (IASB), que foram simplificadas para atender aos pequenos e médios negócios.

De acordo com analistas da Global/Sispro, a simplificação das regras anunciadas pelo IASB irá trazer vantagens para os pequenos em médios negócios, mas os administradores e profissionais contábeis deverão aplicar um planejamento para que possam conduzir a gestão realmente alinhada com as melhores práticas contábeis propostas pelo IASB.

Para Gilberto Oliveira, especialista em gestão de Patrimônio e Impairment da Global/Sispro, ao adotarem estas novas práticas, as empresas poderão superar as dificuldades normalmente encontradas quando iniciam este novo processo. "Até mesmo as grandes companhias passam por isso. Basta analisar a situação das companhias limitadas que necessitam atender à lei 11.638, reconhecida como o primeiro passo rumo à convergência das normas brasileiras às normas internacionais: estas companhias, como as pequenas e médias, também não possuem a mesma cultura organizacional das S.A. No entanto, não é preciso se assustar com esta nova realidade nem fazer da caminhada rumo à convergência contábil um purgatório. As coisas irão se ajustar a partir desta simplificação das regras", comenta Oliveira.

O especialista também destaca que as novas regras anunciadas pelo IASB facilitam a aplicação de muitos pontos das normas IFRS que envolvem o reconhecimento e mensuração de ativos, passivos, receita e gastos. Diferente do que é exigido das grandes companhias, as revisões do IFRS serão limitadas a uma vez a cada três anos. "Isto é um importante passo para facilitar a vida dos gestores", ressalta Oliveira.

Lourival Vieira, diretor de Marketing da empresa Sispro, também comenta este cenário. Ele afirma que, "quando uma pequena ou média empresa está inserida em um setor ou cadeia de empresas, formando um 'ecossistema', é aconselhável que os gestores conduzam seus negócios com base nas novas regras. Assim, este procedimento trará várias vantagens futuras, tais como estar preparada para eventual abertura de capital, o que resultará na conquista de novos investidores. A melhoria do seu desempenho a partir das novas regras também facilitará o seu relacionamento com os parceiros comerciais, transformando o esforço e investimento desta transição em um processo muito mais natural", comenta o diretor da Sispro, que tem na Global Consultoria como sua parceira no fornecimento de serviços para a adequação do Patrimônio ao IFRS. "Quando crescerem, as pequenas e médias empresas estarão mais bem preparadas para a adoção do IFRS completo e sem traumas", afirma.

sábado, 12 de setembro de 2009

Países que mais poluem

Países que mais poluem nosso planeta


fonte:http://questaoambientaldf.wordpress.com

lista dos 50 países que mais poluem o planeta

O título de campeão nas emissões de gases estufa é dos EstadosUnidos, que sozinhos são responsáveis por cerca de um quarto daprodução mundial de CO2, ou 1,48 bilhão de toneladas anuais.

(Além de ser o maior fornecedor de armas altamente destrutivas e poluentes, ser sempre favorável a guerra, a maioria dos americanos não estão preocupados com o meio ambiente, acreditam que com seu poderio, podem dominar o mundo e a natureza, sem saber que sofrerão perdas irrecuperáveis, e quando isso acontecer o dinheiro perderá totalmente seu valor principalmente se entrarmos na era glacial.)

O país que mais polui em termos absolutos, os EUA possuem um dos maiores índices de emissão de gás carbônico per capita. Cada habitante norte-americano corresponde a 5,5 toneladas de carbono lançadas ao ar anualmente.

O lugar do mundo com maior emissão de gás carbônico per capita são as Ilhas Virgens Norte-Americanas, no Caribe, com 33,2 toneladas anuais por habitante.

Brasil

O Brasil está em 17º na lista. Apesar de estar entre os 20 maiores poluidores, o país emite 78 milhões de toneladas, menos do que a vigésima parte do total dos EUA. A emissão per capita no Brasil é de 0,48 toneladas anuais.

O segundo maior poluidor é a China, mais pelo tamanho de sua população do que pelo abuso nas emissões. Entre outros grandes poluidores, tanto no índice total quanto o per capita, estão Rússia, Japão, Austrália, Reino Unido, Itália e Coréia do Sul.

Confira abaixo o ranking de emissões em 1997, ano de assinatura do Protocolo de Kyoto, expresso em milhares de toneladas de carbono (o “C”, do “CO2″):

1 Estados Unidos 1.489.648
2 China 913.768
3 Rússia 390.616
4 Japão 316.164
5 Índia 279.899
6 Alemanha 227.364
7 Reino Unido 142.096
8 Canadá 133.890
9 Coréia do Sul 116.701
10 Itália (incluindo San Marino) 111.323
11 Ucrânia 100.427
12 México 99.964
13 Polônia 95.413
14 França (incluindo Mônaco) 92.878
15 África do Sul 86.532
16 Austrália 86.336
17 Brasil 78.666
18 Irã 78.585
19 Arábia Saudita 72.616
20 Coréia do Norte 68.794
21 Espanha 66.584
22 Indonésia 65.103
23 Tailândia 56.992
24 Turquia 54.042
25 Taiwan 53.475
26 Venezuela 51.144
27 Holanda 44.256
28 Argentina 37.629
29 Malásia 35.710
30 República Tcheca 33.495
31 Cazaquistão 33.471
32 Egito 29.829
33 Romênia 29.390
34 Bélgica 28.127
35 Usbequistão 27.936
36 Argélia 25.973
37 Paquistão 25.588
38 Iraque 24.916
39 Nigéria 22.435
40 Grécia 22.027
41 Singapura 21.909
42 Emirados Árabes 21.697
43 Filipinas 20.249
44 Colômbia 18.551
45 Noruega 18.470
46 Belarus 16.757
47 Áustria 16.557
48 Chile 15.884
49 Hungria 15.874
50 Israel 15.581

Fonte: Carbon Dioxide Information Center

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